Publicidade

Posts com a Tag World Series

quarta-feira, 14 de abril de 2010 MLB - Beisebol | 12:41

Senhores dos anéis

Compartilhe: Twitter

Terça-feira foi dia de festa no Yankee Stadium. Antes do jogo contra o Angels, os jogadores do Yankees receberam os anéis pelo título das World Series. Todos, inclusive Hideki Matsui, que agora joga pela equipe californiana. O japonês, MVP das finais, foi devidamente saudado pela torcida, que certamente sente saudade do Godzilla.

Para amenizar o saudosismos dos fãs, o substituto de Matsui, Nick Johnson, inaugurou o placar com um home run logo no primeiro inning. Mais tarde, no terceiro inning, Jeter mandou outro homer, para alegria de seus pais, que acompanharam o jogo num camarote do Yankee Stadium. O pai, aliás, é a cara do filho. Na verdade, acho que o filho é a cara do pai, certo? Bom, vocês entenderam.

A partida animou os torcedores do Yankees (e só eles), que festejaram uma corrida após a outra, até o time abrir 7 a 1. No sexto inning, foram três walks seguidos cedidos ao Yankees, que lotou as bases do Angels. A-Rod, que tem ótimo aproveitamento em situações assim (vi a estatística durante a transmissão, mas esqueci os números e não achei em nenhum outro lugar), conseguiu a rebatida simples. Jeter e Johnson anotaram as corridas.

Assim como em sua atuação anterior, contra o Boston Red Sox, Andy Pettitte deu show. Dessa vez, segurou o ataque do Angels até o sexto inning sem ceder nenhuma corrida. Sustentou o espetacular ERA de 0,75, um feito e tanto para um sujeito que tem 37 anos e poderia ter se aposentado após o título da última temporada. O problema é que o bullpen do Yankees não acompanha a rotação.

No nono inning, com 7 a 1 no placar, o Yankees, pra variar, entrou em parafuso. Vantagem confortável, Mariano Rivera descansando… sabe como é. Lá veio David Robertson, que conseguiu deixar as bases lotadas sem nenhum eliminado. Resultado: grand slam de Bobby Abreu, 7 a 5 no placar e Mo Rivera chamado às pressas para apagar o incêndio. O “Sandman” não levou nem 5 minutos pra fechar o jogo.

PS: esse título do post tá meio manjado, não tá?

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

sexta-feira, 9 de abril de 2010 MLB - Beisebol | 20:34

New York Yankees

Compartilhe: Twitter

Oito anos sem um título das World Series é uma eternidade para uma equipe como o New York Yankees. Mas foi preciso ficar fora dos playoffs em 2008 para a diretoria perceber que as coisas estavam erradas. O resultado foi uma lista de boas compras em 2009 e um time digno da tradição de 26 títulos da MLB. Agora, 27.

Mas a festa pela conquista durou pouco. Para o Yankees, mais importante do que conquistar o título é defendê-lo no ano seguinte. O projeto para cumprir bem esse papel passou por decisões difíceis, como as saídas de Hideky Matsui, MVP das Wolrd Series do ano passado, e Johnny Damon, um dos favoritos dos torcedores.

Claro, o Yankees não deixou de investir. A grande aquisição é Curtis Granderson (foto Getty Images), que chega para patrulhar o center field e dar algum suporte a Brett Gardner do lado esquerdo. Javier Vazquez, que teve uma passagem a ser esquecida em 2004, retorna para fortalecer a rotação de pitchers. Mais experiente e eficiente, é uma forma de compensar a chegada de John Lackey ao rival Red Sox.

Se as mudanças foram corretas, só o tempo dirá. Mas a prova de que o futuro do Yankees é promissor é a permanência de Andy Pettitte, que decidiu adiar a aposentadoria em pelo menos um ano. Ao lado de Derek Jeter, Jorge Posada e Mariano Rivera, Pettitte conviveu com duas gerações vencedoras no Yankee Stadium e festejou como poucos o 27º título da equipe. Mas isso é passado. Agora, só um número importa: 28.

Opinião de um adversário
“Talvez faça falta um rebatedor mais potente no outfield. Acho que sentirão falta da potência que Matsui dava a eles por ali”

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 26 de março de 2010 MLB - Beisebol | 18:38

Philadelphia Phillies

Compartilhe: Twitter

Em julho de 2009, o general manager Ruben Amaro Jr. mandou quatro prospectos para o Cleveland Indians em troca do pitcher Cliff Lee. O negócio funcionou, e o pitcher brilhou nos playoffs com quatro vitórias e nenhuma derrota. Venceu, inclusive, os dois únicos jogos vencidos pelo Phillies nas World Series contra o Yankees.

O ano acabou, o título não veio e Amaro resolveu agir. Corajoso, ele não pensou duas vezes ao mandar Lee para o Mariners em troca de três prospectos, um deles o promissor pitcher Phillipe Aumont, de apenas 21 anos. Paralelamente, o Phillies também abriu de três jovens e trouxe o pitcher Roy Halladay, um dos melhores da MLB. (abaixo, Ruben Amaro Jr. e Roy Halladay, em foto Getty Images)

Bom ou mau negócio? Vejamos. Lee tinha contrato até o final de 2010 e certamente exigira uma bala para renovar contrato depois disso. Já Halladay tem contrato de três anos por US$ 60 milhões, com direito a renovar por mais dois anos depois disso. Ou seja, deve ficar na equipe até 2014, no mínimo.

Claro, nem tudo é perfeito. A dúvida que fica: dos seis moleques envolvidos na troca, quem vai brilhar mais no futuro? Embora Aumont seja promissor, abrir mão do também pitcher Kyle Drabek pode causar algum arrependimento daqui a alguns anos. É esperar para ver

Na verdade, não era difícil imaginar um cenário com Lee e Halladay juntos no Phillies em 2010, mas para isso o time teria que esvaziar as categorias de base. Melhor não arriscar, até porque J.A. Happ, segundo melhor rookie da Liga Nacional em 2009, retorna mais experiente e fortalece uma rotação invejável, que ainda deve ter Cole Hamels, Joe Blanton e Jamie Moyer.

Ofensivamente, a saída mais sentida foi a de Pedro Feliz, devidamente compensada com o retorno de Placido Polanco. Ou seja, o que já era bom em 2009 estará ainda melhor em 2010. O Yankees que se cuide..

Opinião de um adversário
“Gostei bastante da forma como eles foram atrás de Halladay. Sei que sentirão falta de Cliff Lee inicialmente, mas ter Halladay por um longo tempo vai se tornar um grande negócio”

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 24 de março de 2010 MLB - Beisebol | 09:38

St. Louis Cardinals

Compartilhe: Twitter

O ano de 2009 foi bom para o Cardinals, mas poderia ter sido melhor. A equipe abriu a temporada passada com poucas mudanças, apostando na recuperações de Chris Carpenter e Adam Wainright, provavelmente a melhor dobradinha de arremessadores da MLB. A diretoria mudou de ideia no meio do caminho, e após o All-Star Game foi atrás de um reforço de peso: Matt Holliday, que chegou para fazer companhia e aliviar o trabalho de Albert Pujols (foto Getty Images). Deu certo.

Agora, mais uma vez, o Cardinals muda pouco para uma temporada que promete ser promissora. Tem a dupla dinâmica nos arremessos, o melhor jogador de beisebol do mundo (Pujols, quem mais?) e o técnico mais vencedor da MLB nos últimos 50 anos. Pra que mudar?

Tá certo, o ano de 2009 não terminou com o time nas World Series. Mas ainda assim foi animador. Carpenter e Wainright ficaram em segundo e terceiro, respectivamente, na disputa pelo Cy Young da Liga Nacional; Albert Pujols foi eleito MVP pelo segundo ano seguido; a equipe tornou-se a mais vencedora da Liga Nacional na década.

Para 2010, de quebra, a fim de dar um passo adiante, o Cardinals ganhou o reforço do polêmico, porém eficiente, Mark McGwire, que será o treinador de rebatedores. Terá a missão de apagar a decepção do ataque nos playoffs, em que marcou apenas seis corridas nas três derrotas para o Dodgers. De problema, só mesmo a pouca disposição de Pujols para negociar uma renovação do contrato que vence em 2011.

Opinião de um adversário
“O Cardinals parece satisfeito ao  ser comparado apenas aos seus rivais de divisão, ao invés de se comparar à liga inteira”

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 18 de março de 2010 MLB - Beisebol | 13:26

Los Angeles Dodgers

Compartilhe: Twitter

Duas questões são primordiais para definir o que será do Dodgers nesta temporada. A primeira e mais importante, acreditem, é o divórcio do dono da equipe, Frank McCourt (à direita na foto abaixo, da Getty Images), e sua esposa, Jamie (a loira ao telefone na foto). Ocorre que a formosa senhora reivindica para si a metade do Dodgers. Se houver a divisão, provavelmente o time será vendido, já que os dois não se bicam (reparou como eles agora sentam afastados?) e nenhum deles tem dinheiro o bastante para comprar a outra metade.

Em meio a essa incerteza, que só deve acabar no julgamento de 24 de maio, o clube foge dos grandes investimentos e até diminuiu os custos. Juan Pierre foi uma das vítimas da briga entre marido e mulher e agora vai defender o Chicago White Sox. Na contramão, chega o 2B Jamey Carroll, jogador polivalente e com bom aproveitamento ofensivo.

Mas quem mais sofreu com a contenção de gastos foi a rotação. Randy Wolf, Vicente Padilla e Jon Garland saíram ao final da última temporada, e os principais pitchers do time têm cada um seu próprio problema: Chad Billingsley foi bem na temporada, mas naufragou nos playoffs; Clayton Kershaw é um futuro astro, mas o ‘futuro’ pode não ser em 2010; Hiroki Kuroda, ao contrário, já tem 35 anos e… bom, ele tem 35 anos, oras.

A segunda questão decisiva para o time atende pelo nome de Manny Ramirez. Se o cabeludo estiver bem disposto, o ataque do Dodgers tem tudo para sustentar a boa campanha do time. Se Manny for preguiçoso como no final de 2009, é melhor os torcedores rezarem, porque defensivamente ele não tem sido muito confiável nos últimos anos.

Caso a briga judicial entre os McCourt’s termine bem para o Dodgers, é possível correr atrás do prejuízo ao longo da temporada, fortalecer a rotação e entrar firme na brigar por uma vaga nas World Serires. Caso contrário, a equipe terá muito o que festejar se conseguir ao menos chegar aos playoffs.

Opinião de um adversário
“Existe uma base talentosa na equipe, mas nada foi feito para atender suas principais necessidades. Sobretudo na rotação”

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 17 de março de 2010 MLB - Beisebol | 21:12

San Francisco Giants

Compartilhe: Twitter

Já começaram a pipocar na imprensa norte-americana as comparações entre o atual time do Giants e o Dodgers de 1959 a 66, que tinha uma rotação fortíssima e venceu as World Series três vezes no período. Por enquanto, porém, há uma grande diferença entre os dois: títulos.

Outra diferença a ser considerada é o ataque. Aquele Dodgers tinha uma ofensiva suficientemente boa para ser campeão, e este Giants sequer tem ataque. Pra ter uma ideia, só cinco ‘franciscanos’ tiveram mais de 50 RBI’s em 2009, e três deles foram embora: Bengie Molina, Juan Uribe e Randy Winn.

Se o ataque deixa muito a desejar, os arremessadores do Giants são potentíssimos e podem garantir vitórias e mais vitórias. Não é exagero dizer que o time tem a melhor rotação da liga. O símbolo dessa rotação é o jovem Tim Lincecum (foto Getty Images), líder de strikeouts em 2009, com 261, e futuro membro do Hall da Fama.

No ataque, a esperança é Buster Posey, catcher que tem sido comparado a Joe Mauer e terá a primeira chance como titular neste ano, após a saída de Bengie Molina. Se ele funcionar, o Giants ganha uma importante arma ofensiva, embora o jogador precise evoluir defensivamente. Se não der certo, talvez ganhe a companhia de um veterano ao longo da temporada.

Também é preciso ver como o time vai reagir à saída do experiente Randy Johnson, que se tornou uma espécie de conselheiro dos demais jogadores e fez muita gente render além do esperado em 2009.

O Giants é um time para o futuro, embora a realidade já anime os torcedores. Basicamente, depende de reforços ofensivos para fazer frente a Cardinals e Phillies na Liga Nacional. E isso não deve acontecer em 2010. Infelizmente…

Opinião de um adversário
“Arremessos, arremessos e mais arremessos. É disso que se trata o Giants. E são arremessos bom demais!”

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 10 de março de 2010 Ligas universitárias, MLB - Beisebol, NFL - Futebol Americano, NHL - Hóquei | 14:51

Rapidinhas

Compartilhe: Twitter

Atendendo à sugestão do Bruno Pessa, colega no iG e autor do Le Blog Du Foot, reproduzo aqui uma notícia sobre o Jonathan Tavernari, que foi eleito o melhor sexto homem da Conferência Mountain West. Leia mais aqui. Ele tem muita moral por lá, é o jogador que mais vitórias acumulou na história da BYU. Mas isso não basta para colocá-lo entre os possíveis selecionados do draft, como eu já cansei de dizer.

Respondendo à pergunta do Cesar sobre a NFL, feita em comentário aqui do blog, o salary cap foi abolido para a próxima temporada da liga de futebol americano. Isso porque os donos de equipes da NFL desistiram do acordo coletivo com os jogadores. Pode parecer bom, mas essa situação gera o risco de greve ou coisa semelhante em 2011.

Sidney Crosby desistiu em cima da hora de participar de um quadro no programa Late Show With David Letterman. De quebra, acabou ficando sem o espaço que teria como entrevistado do programa. O agente alegou que o jogador do Pittsburgh Penguins está “muito ocupado”.

Falando em Penguins, a equipe está embalada desde o fim dos Jogos de Inverno, com quatro vitórias seguidas na NHL. O Pens tem 84 pontos, é o quarto melhor time de toda a liga e hoje enfrenta o Carolina Hurricanes, fora de casa.

Nomar Garciaparra está oficialmente aposentado. O anúncio foi feito hoje, em entrevista coletiva conduzida pelo Boston Red Sox, time em que começou a carreira. No ano passado ele havia manifestado o desejo de voltar a defender o ex-time, mas isso não aconteceu. A decisão, então, foi a de parar. Foram 14 temporadas na MLB, com média de acerto de 31,3% nas rebatidas. Ironicamente, Garciaparra deixou o Red Sox no meio de 2004, ano do título, e não teve a chance de jogar as World Series.

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de novembro de 2009 MLB - Beisebol | 13:52

27

Compartilhe: Twitter

Foi um título e tanto. O Yankees encerrou um jejum de nove anos, conquistou a World Series pela 27ª vez e acabou com diversas dúvidas surgidas nos últimos anos: não há maldição nenhuma que segure a equipe mais rica da MLB; o Yankees finalmente tem um bom grupo de arremessadores; Joe Girardi tem condições de comandar o time; A-Rod não é um amarelão; Mariano Rivera é mesmo o maior closer da história; Hideki “Godzilla” Matsui é um monstro.

Dei uma rápida olhada em jornais de Nova York para ver qual o nível das manchetes por lá. O NY Times foi sucinto: “Yankees conquista 27º título”. Já o NY Post caprichou, pintando o site inteiro com ‘pinstripes’, as tradicionais listras azuis do uniforme do time. A manchete do Post: “27º Céu – Perritte e Matsui levam Yankees ao título da World Series”.

Entre tranta coisa que vi na internet a respeito do título, escolhi um vídeo da AP como o melhor. O repórter registrou bem de pertinho a festa do time, com direito a gritos de “Matsui, Matsui, Matsui” e ao ótimo humor de Mariano Rivera e Derek Jeter após mais uma conquista. Clique aqui para ver.

Como nem tudo são flores, logo mais vai chegar a hora de remontar o time. Podem sair Hideki Matsui e Johnny Damon, justamente os dois melhores jogadores do time na World Series. Ambos têm contrato no final, e talvez somente um deles permaneça. Andy Pettitte também tem compromisso encerrado e pode se aposentar. O chefe vai ter que gastar mais algum dinheirinho, portanto.

PS: O blog ficou um tempão fora do ar, por isso não consegui postar antes

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 3 de novembro de 2009 MLB - Beisebol | 12:55

Visão do futuro

Compartilhe: Twitter
O viosonário anúncio do Inquirer

O visonário anúncio do Inquirer

Era segunda-feira pela manhã. A série final da World Series ainda estava 3 a 1 para o Yankees. Alguns torcedores do Philadelphia Philles devem ter se surpreendido ao acordar e ler num dos maiores jornais do Estado da Pensilvânia, o Philadelphia Inquirer, um anúncio parabenizando o time pelo título (?!). Claro, foi um tremendo erro do periódico, que já se desculpou.

Nada disso deve servir como combustível para o Yankees, como aconteceria se fosse a final da Copa do Brasil de futebol. Até porque, organizados que são, os norte-americanos costumam produzir as camisetas comemorativas com boa antecedência. Não é à tôa que os atletas aparecem vestindo as tais camisetas tão logo terminam os jogos decisivos. Mas botar o anúncio no jornal é demais.

Se àquele momento a previsão parecia improvável, agora é um pouco menos. O Phillies venceu o jogo 5 por 8 a 6, na segunda-feira à noite, e levou a série de volta a Nova York. Os dois jogos finais estão marcados para quarta e quinta, ambos às 23h de Brasília. O Yankees terá Andy Pettitte, que tem o maior número de vitórias em playoffs, e CC Sabathia, o “ás” do time. Já o Phillies vai de Pedro Martinez, que não tem boas recordações do Yankees, e provavelmente Cole Hamels, embora deva usar até Cliff Lee durante um eventual jogo 7. Palpites?

Autor: Tags: , ,

sexta-feira, 30 de outubro de 2009 MLB - Beisebol, NBA - Basquete | 10:43

Tudo igual na “América”

Compartilhe: Twitter

Agora que as coisas acalmaram por aqui é possível falar um pouco sobre o que anda rolando na “América”. Sobretudo as World Series, que começaram muito bem… para o Phillies. Aqueles 6 a 1 do primeiro jogo foram assustadores. O que fez Cliff Lee e o que não fez o ataque do Yankees deixou a sensação de que a série terminaria mais rápido que o previsto. Mas o time de NY deu o troco no jogo 2, recuperou a confiança e a série voltou a ter emoção.

Agora, a vantagem no mando de campo é do Phillies. Se vencer os três jogos seguidos em casa, a equipe da Philadelphia será campeã. De quebra, os vermelinhos deram uma bela canseira em Mariano Rivera, que foi forçado a trabalhar em dois innings e fazer 39 arremessos na quinta-feira à noite. O jogo 3 da série acontece no sábado, às 21h57 (de Brasília).

Para o Yankees, há esperanças também. Uma delas é que o ataque vai acordar, cedo ou tarde. A-Rod ainda não consegui chegar à primeira base na world Series, algo bastante incomum. Ainda mais incomum para um cara que dominou as séries anteriores. Andy Pettitte também é uma esperança, já que tem experiência em playoffs, açgo que falta a CC Sabathia e AJ Burnett.

Yankees festeja a vitória no jogo 2 das World Series, após levar uma surra no jogo 1

NY Yankees festeja a vitória no jogo 2 das World Series, após levar uma surra do Philadelphia Phillies no jogo 1

Além das World Series, também começou a NBA. E começou muito bem. Menos para o Cavs. Ao que parece, os adversários aprenderam a controlar o time de Cleveland. Já que não é possível parar LeBron, eles se focam nos coleguinhas do craque. Lakers e Celtics, ao contrário, começaram com tudo e são, desde já, os favoritos ao título. Mas o time de Boston terá que trabalhar duro para superar o Magic, que parece ter evoluído com Vince Carter na vaga de Turkoglu. Mais sobre NBA no blog do Fábio Sormani.

Autor: Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última