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Posts com a Tag Los Angeles Dodgers

quarta-feira, 1 de setembro de 2010 MLB - Beisebol | 03:48

MANNY RAMIREZ DEVERIA SE APOSENTAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

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Manny Ramirez acaba de chegar em Chicago.  A mais nova aquisição de um time desesperado pra chegar aos playoffs.  Um jogador que, pra mim, já virou uma piada.  Eu nunca vi um atleta tão talentoso (ele é um dos 5 melhores rebatedores que eu já vi na vida) desapontar tanta gente e se queimar da forma que Ramirez já se queimou.  Preguiçoso, briguento, indiferente, desrespeitoso e mal-humorado.  Esses são alguns bons adjetivos para descrever o novo atleta do Chicago White Sox.

Ele chegou em Boston em 2001 e teve momentos incríveis.  Ramirez ajudou os Red Sox a vencerem as World Series de 2004 e 2007.  Foi lá que ele conseguiu o home run de número 500 e foi eleito o MVP da Série Mundial de 2004.  Fora isso, as reclamações e mal comportamento, dessa pessoa problemática, deixavam torcedores, treinadores, jogadores e a diretoria do clube frustrados.   Ele chegou a fisicamente agredir um companheiro de equipe (Kevin Youkilis), durante um jogo, e um funcionário (Jack Mccormick de mais de 60 anos).  Ele empurrou o Mccormick porque o funcionário não conseguiu o número de ingressos que Manny solicitou pra um jogo dos Red Sox.

Todo ano com o Boston, Ramirez (que ganhava 20 milhões de dólares por ano) expressava que queria ser trocado e, nos últimos anos,  (aparentemente) inventava que estava machucado para não jogar.  Teve uma vez que Manny ficou um bom tempo fora por causa de uma contusão no joelho num momento crítico da temporada.  Qual joelho? O esquerdo ou o direito? Nem ele sabia! Os Red Sox tinham quase certeza que Manny estava fingindo a contusão.  Ramirez era uma dor de cabeça gigante para o treinador Terry Francona.  Seus companheiros precisavam dele, mas o atleta não correspondia.  A diretoria do clube ficava furiosa e não sabia o que fazer para agradá-lo.  Ele se tornou um câncer dentro do vestiário e finalmente foi trocado em julho de 2008 para o Los Angeles Dodgers.

Ramirez chegou em Los Angeles inspiradíssimo e teve um final de temporada incrível.  Foram 17 home runs e um aproveitamento de 39,6%.  Números inacreditáveis.  O talentosíssimo boleiro carregou os Dodgers nas costas até os playoffs.  Los Angeles inteira se apaixonou pelo jogador.  Hollywood virou “Mannywood”.  O beisebol em LA virou uma febre e Ramirez foi o grande protagonista.

Em 2009, começou a palhaçada.  Logo depois de renovar seu contrato com os Dodgers (dois anos, 45 milhões de dólares) o atleta recebeu uma suspensão de 50 partidas por ter utilizado substâncias ilegais.  Depois da suspensão ele nunca mais foi o mesmo.  Depois de somar 37 home runs em 2008 (somando os números com os Red Sox e Dodgers), Ramirez bateu apenas 19 em 2009 em 104 jogos.  Os Dodgers chegaram aos playoffs, mas Manny não foi nem metade do jogador de 2008.

Esse ano, a coisa piorou bastante. Foram três passagens pela lista dos contundidos com uma lesão na perna direita.  Manny bateu apenas 8 home runs em 66 partidas.   Ramirez reclamava de desconforto físico e não queria mais jogar no outfield.  Ele queria voltar para a Liga Americana (onde ele podia ser um rebatedor designado e não jogar no campo externo).  Ramirez poderia ter engolido o choro e feito um esforço em prol de seus companheiros.  Mas esse não é o Manny.  Os Dodgers se acostumaram com a vida sem o jogador e ele foi colocado no banco ao voltar da lista dos contundidos.  Scott Posednik estava começando na frente de Ramirez.  Joe Torre se sentia mais confortável com Posednik do que o Manny.  Fala sério!  Que decadência.

Em seu último jogo com os Dodgers, Manny foi expulso de campo.

Agora Manny está no Chicago White Sox.  Os Dodgers simplesmente entregaram o jogador e o restante de seu salário (4 milhões de dólares) ao Chicago.  Os Dodgers não conseguiram NADA na troca.  Nenhum jogador!  Mesmo assim, eles fizeram a transação para se livrarem do jogador.

Manny chegou ontem em Chicago e já mostrou sua arrogância.  Ele se recusou a falar com repórteres em inglês.  Ramirez só respondia perguntas em espanhol acompanhado de um tradutor.  Que palhaçada é essa??  Será que ele esqueceu seu cérebro em Los Angeles?  Eu acho que não, né?  O mocinho de 38 anos falou que se sente “como se tivesse com 25 anos”.  Ele disse que não está prestando atenção as criticas e pretende ajudar os White Sox.

Manny Ramirez com seu "tradutor" Joey Cora.

Eu acho que o jogador tem tudo pra ajudar.  Afinal, o cara tem 554 home runs na carreira.  Quando ele quer jogar, ele joga! E parece que ele está revigorado com a mudança.  É bem possível que ele arrebente e leve os White Sox aos playoffs.  Agora, é melhor os White Sox ficarem espertos.  Mesmo se Manny jogar bem, seria um erro grotesco trazer o jogador de volta em 2011.  Vai ser uma questão de tempo pra ele começar a reclamar e virar um câncer dentro do vestiário.

Manny é um dos melhores jogadores que eu já vi.  Já vibrei muito com os momentos espetaculares desse tremendo talento.  Infelizmente, o jeito que Manny encara o jogo e demonstra sua falta de profissionalismo ofende a Major League Baseball e sua rica história. Heróis como Lou Gehrig, Cal Ripken Jr., Ernie Banks, Joe Dimaggio, Ted Williams e Jackie Robinson entravam em campo com corpo e alma.  Todos esses atletas estão imortalizados no Hall da Fama.  A cada dia que passa eu começo a achar que Manny não deveria ser comparado com esses jogadores.  Não estou falando de talento, e sim de respeito ao esporte.  O beisebol merece jogadores que dão 100% sempre.  Atletas que mostram amor ao esporte, seus companheiros, fãs e clube.  Manny Ramirez não faz parte desse grupo, e acredito que poucos sentirão a falta dele quando finalmente decidir pendurar as chuteiras.

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quarta-feira, 24 de março de 2010 MLB - Beisebol | 09:38

St. Louis Cardinals

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O ano de 2009 foi bom para o Cardinals, mas poderia ter sido melhor. A equipe abriu a temporada passada com poucas mudanças, apostando na recuperações de Chris Carpenter e Adam Wainright, provavelmente a melhor dobradinha de arremessadores da MLB. A diretoria mudou de ideia no meio do caminho, e após o All-Star Game foi atrás de um reforço de peso: Matt Holliday, que chegou para fazer companhia e aliviar o trabalho de Albert Pujols (foto Getty Images). Deu certo.

Agora, mais uma vez, o Cardinals muda pouco para uma temporada que promete ser promissora. Tem a dupla dinâmica nos arremessos, o melhor jogador de beisebol do mundo (Pujols, quem mais?) e o técnico mais vencedor da MLB nos últimos 50 anos. Pra que mudar?

Tá certo, o ano de 2009 não terminou com o time nas World Series. Mas ainda assim foi animador. Carpenter e Wainright ficaram em segundo e terceiro, respectivamente, na disputa pelo Cy Young da Liga Nacional; Albert Pujols foi eleito MVP pelo segundo ano seguido; a equipe tornou-se a mais vencedora da Liga Nacional na década.

Para 2010, de quebra, a fim de dar um passo adiante, o Cardinals ganhou o reforço do polêmico, porém eficiente, Mark McGwire, que será o treinador de rebatedores. Terá a missão de apagar a decepção do ataque nos playoffs, em que marcou apenas seis corridas nas três derrotas para o Dodgers. De problema, só mesmo a pouca disposição de Pujols para negociar uma renovação do contrato que vence em 2011.

Opinião de um adversário
“O Cardinals parece satisfeito ao  ser comparado apenas aos seus rivais de divisão, ao invés de se comparar à liga inteira”

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terça-feira, 23 de março de 2010 MLB - Beisebol | 09:16

Cincinnati Reds

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O Reds é um time em ascensão. Embora acumule nove temporadas perdedoras, a equipe tem melhorado o desempenho desde 2008, sobretudo no que diz respeito aos arremessadores. Com uma rotação jovem e promissora, a tendência é que a situação melhore ainda mais em 2010.

A ausência do lesionado Edinson Volquez no início da temporada certamente prejudica o Reds, mas há uma compensação: o retorno de Aaron Harang, que teve a temporada de 2009 interrompida devido a uma apendicite.

Além da boa rotação, o bullpen também é forte. Foi o terceiro melhor de 2009 em ERA, atrás apenas de Dodgers e Giants. E, embora não seja o sujeito mais apropriado para comandar um grupo de jovens, Dusty Baker é um técnico experiente e capacitado para formar equipes vencedoras.

Mas nem tudo são flores pelos lados de Cincinnati. Se a defesa vai bem, o ataque precisa melhorar. E muito disso passa por Joey Votto (imagem Getty Images), o segundo melhor rookie da Liga Nacional em 2008. Após entrar em depressão pela morte do pai, em 2009, o 1B de 26 anos tem tudo para jogar a melhor temporada de sua carreira. Jay Bruce e Ramon Hernandez, também recuperados de contusão, são outros acréscimos importantes.

Basicamente, a boa temporada do Reds vai depender do departamento médico. Se ele permanecer vazio ao longo da temporada, o time pode até incomodar os favoritos da Liga Nacional. Se os doutores tiverem que trabalhar como em 2009, o futuro do time ficará guardado para 2011.

Opinião de um adversário
“O Reds tem arremessadores capazes de fazer barulho na divisão, mas é improvável que o elenco e o ataque segurem as pontas a temporada inteira”

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quinta-feira, 18 de março de 2010 MLB - Beisebol | 13:26

Los Angeles Dodgers

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Duas questões são primordiais para definir o que será do Dodgers nesta temporada. A primeira e mais importante, acreditem, é o divórcio do dono da equipe, Frank McCourt (à direita na foto abaixo, da Getty Images), e sua esposa, Jamie (a loira ao telefone na foto). Ocorre que a formosa senhora reivindica para si a metade do Dodgers. Se houver a divisão, provavelmente o time será vendido, já que os dois não se bicam (reparou como eles agora sentam afastados?) e nenhum deles tem dinheiro o bastante para comprar a outra metade.

Em meio a essa incerteza, que só deve acabar no julgamento de 24 de maio, o clube foge dos grandes investimentos e até diminuiu os custos. Juan Pierre foi uma das vítimas da briga entre marido e mulher e agora vai defender o Chicago White Sox. Na contramão, chega o 2B Jamey Carroll, jogador polivalente e com bom aproveitamento ofensivo.

Mas quem mais sofreu com a contenção de gastos foi a rotação. Randy Wolf, Vicente Padilla e Jon Garland saíram ao final da última temporada, e os principais pitchers do time têm cada um seu próprio problema: Chad Billingsley foi bem na temporada, mas naufragou nos playoffs; Clayton Kershaw é um futuro astro, mas o ‘futuro’ pode não ser em 2010; Hiroki Kuroda, ao contrário, já tem 35 anos e… bom, ele tem 35 anos, oras.

A segunda questão decisiva para o time atende pelo nome de Manny Ramirez. Se o cabeludo estiver bem disposto, o ataque do Dodgers tem tudo para sustentar a boa campanha do time. Se Manny for preguiçoso como no final de 2009, é melhor os torcedores rezarem, porque defensivamente ele não tem sido muito confiável nos últimos anos.

Caso a briga judicial entre os McCourt’s termine bem para o Dodgers, é possível correr atrás do prejuízo ao longo da temporada, fortalecer a rotação e entrar firme na brigar por uma vaga nas World Serires. Caso contrário, a equipe terá muito o que festejar se conseguir ao menos chegar aos playoffs.

Opinião de um adversário
“Existe uma base talentosa na equipe, mas nada foi feito para atender suas principais necessidades. Sobretudo na rotação”

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quarta-feira, 17 de março de 2010 MLB - Beisebol | 21:12

San Francisco Giants

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Já começaram a pipocar na imprensa norte-americana as comparações entre o atual time do Giants e o Dodgers de 1959 a 66, que tinha uma rotação fortíssima e venceu as World Series três vezes no período. Por enquanto, porém, há uma grande diferença entre os dois: títulos.

Outra diferença a ser considerada é o ataque. Aquele Dodgers tinha uma ofensiva suficientemente boa para ser campeão, e este Giants sequer tem ataque. Pra ter uma ideia, só cinco ‘franciscanos’ tiveram mais de 50 RBI’s em 2009, e três deles foram embora: Bengie Molina, Juan Uribe e Randy Winn.

Se o ataque deixa muito a desejar, os arremessadores do Giants são potentíssimos e podem garantir vitórias e mais vitórias. Não é exagero dizer que o time tem a melhor rotação da liga. O símbolo dessa rotação é o jovem Tim Lincecum (foto Getty Images), líder de strikeouts em 2009, com 261, e futuro membro do Hall da Fama.

No ataque, a esperança é Buster Posey, catcher que tem sido comparado a Joe Mauer e terá a primeira chance como titular neste ano, após a saída de Bengie Molina. Se ele funcionar, o Giants ganha uma importante arma ofensiva, embora o jogador precise evoluir defensivamente. Se não der certo, talvez ganhe a companhia de um veterano ao longo da temporada.

Também é preciso ver como o time vai reagir à saída do experiente Randy Johnson, que se tornou uma espécie de conselheiro dos demais jogadores e fez muita gente render além do esperado em 2009.

O Giants é um time para o futuro, embora a realidade já anime os torcedores. Basicamente, depende de reforços ofensivos para fazer frente a Cardinals e Phillies na Liga Nacional. E isso não deve acontecer em 2010. Infelizmente…

Opinião de um adversário
“Arremessos, arremessos e mais arremessos. É disso que se trata o Giants. E são arremessos bom demais!”

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terça-feira, 16 de março de 2010 MLB - Beisebol | 16:36

San Diego Padres

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Começo hoje a publicar as análises das 30 equipes da MLB para a próxima temporada, que começa no dia 3 de abril. Farei por ordem de conferência, começando pelo time mais fraco até o mais forte. A base é o caprichadíssimo guia da Sporting News, que está aqui nas minhas mãos. Aliás, se tudo der certo, quando sair o guia da NFL eu sorteio um pros leitores do blog.

O Padres iniciou a temporada passada colecionando maus resultados, o que forçou a diretoria a fazer uma mudança radical no time. O resultado foi positivo, e o desempenho melhorou consideravelmente na reta final.

Com 37 vitórias nos últimos 62 jogos de 2009, o Padres teve aproveitamento de 59%. Fosse esse o desempenho ao longo de toda a temporada, a equipe teria sido a melhor da Liga Nacional. O Dodgers, que teve essa honra, fechou 2009 com 58,6% na temporada regular.

A boa campanha da equipe de San Diego na reta final não foi fruto de uma tabela fácil. Prova disso é que, no período, o time venceu 11 jogos e perdeu apenas 6 diante dos três times que ficaram à sua frente na Liga Nacional Oeste: Dodgers, Rockies e Giants.

Um dos segredos do sucesso é o 1B Adrian Gonzalez (foto Getty Images), que brilhou nas últimas quatro temporadas e se firmou como maior ídolo do time. Com aproveitamento de 28,5% no bastão, 130 homers e 400 RBI’s, ele é a maior barganha da MLB atualmente, já que ganha uma miséria para os padrões da liga: US$ 4,75 milhões nesta temporada.

Apesar de tudo isso, não pra imaginar o Padres começando o ano com tudo. A equipe fechou 2009 sem sofrer pressão, com jogadores pouco badalados e uma folha salarial enxuta. O ano já estava comprometido, e qualquer resultado seria um lucro. Agora, é ano novo, vida nova e expectativas novas.

Opinião de um adversário
“Nos últimos dois meses da temporada passada, este time jogou tão bem quanto qualquer outro. Mas não espere que esses caras continuem de onde pararam. A base do time é pouco talentosa”

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009 MLB - Beisebol | 12:12

Caridade

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Como sempre acontece nos Estados Unidos, o Philadelphia Phillies se preparou para lucrar caso conquistasse a World Series. O time produziu antecipadamente uma porção de camisetas, moletons e bonés comemorativos ao título. Como o New York Yankees foi campeão, o material do Phillies ficaria eternamente guardado num galpão, ou então seria destruído. Pois a World Vision, uma entidade beneficente localizada em Seattle, decidiu doar tudo às vítimas dos terremotos que atingiram a Indonésia em setembro.

A mesma World Vision teve iniciativa idêntica com o material produzido e descartado por Los Angeles Dodgers e Los Angeles Angels, derrotados nas finais de Liga por Phillies e Yankees, respectivamente. Mais de 1300 itens produzidos por essas equipes foram doados. No passado, países como Gana, Zâmbia, El Salvador, Honduras e Romênia foram beneficiados por iniciativas semelhantes.

Aproveitando o assunto… No Brasil, os clubes de futebol nem cogitam encomendar uma mísera faixa de campeão antes de levantar a taça. A simples reserva de uma boate para a eventual festa do título é tabu por aqui. Quando alguém ousa fazer uma coisa dessas antecipadamente, o adversário encara como desrespeito e usa isso para motivar seus jogadores. É uma das atitudes mais ridículas do atrasadíssimo futebol brasileiro.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009 MLB - Beisebol, NFL - Futebol Americano | 11:30

Phillies x Yankees?

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Caso se confirme o duelo que está pintando nas World Series, será uma disputa e tanto. Faz tempo que a final da MLB não coloca frente a frente duas equipes tão fortes. É só dar uma olhada no retrospecto recente. A última vez que a decisão chegou a sete jogos foi em 2002. De lá pra cá, uma série de seis jogos em 2003, seguida por três 4 a 0 e dois 4 a 1.

Claro, ainda falta muita água para rolar debaixo da ponte. O Yankees penou pra superar o Angels em casa, e o Phillies não fez nada além de inverter e sustentar o mando de campo (fora os humilhantes 11 a 0 de ontem, claro). Mas os dois times são realmente mais fortes que seus adversários. Podem até tropeçar, mas seria uma baita surpresa.

100% de aproveitamento
Outro dia falei aqui sobre os times ainda invictos na NFL. Apostei no NY Giants como um dos últimos times que perderiam. Errei, pra variar. O Giants levou uma piaba do Saints no domingo. Resta o Colts, minha segunda aposta. Broncos, Vikings e Saints também não perderam nenhuma vez ainda.

Aproveitando a deixa, segue uma fotinho do jogo entre Tennessee Titans e New England  Patriots. Em primeiro lugar porque adoro jogos na neve. Não tive a chance de ver esse aí, então publico a foto pra compensar. Em segundo, pra que vocês reparem no uniforme do Titans, réplica do usado pelo Houston Oilers, antigo nome da equipe.

Tennessee Titans 0 x 59 New England Patriots: a surra da rodada

Tennessee Titans 0 x 59 New England Patriots: a surra da rodada

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009 MLB - Beisebol | 18:53

Anote na agenda

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Aí vão os horários dos jogos das finais de liga da MLB. Como eu disse antes, todos eles serão transmitidos pela ESPN. Vou aproveitar a deixa pra prestar um serviço: o horário de verão no Brasil começa dia 18 de outubro. Isso aumenta para 2 horas a diferença entre nosso fuso horário e o fuso do Leste dos EUA. Já o horário de verão dos norte-americanos termina no dia 1º de novembro, e aí a diferença vai saltar pra 3 horas.

Yankees x Angels
Jogo 1: 16/10 – 20:57
Jogo 2: 17/10 – 20:57
Jogo 3: 19/10 – 18:13
Jogo 4: 20/10 – 21:57
Jogo 5: 22/10 – 21:57
Jogo 6: 24/10 – 18:13
Jogo 7: 25/10 – 22:20

Dodgers Phillies
Jogo 1: 15/10 – 21:07
Jogo 2: 16/10 – 17:07
Jogo 3: 17/10 – 21:07
Jogo 4: 19/10 – 22:07
Jogo 5: 21/10 – 22:07
Jogo 6: 23/10 – 22:07
Jogo 7: 24/10 – 22:07

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MLB - Beisebol | 15:02

A hora da verdade

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Vão começar as finais de liga da MLB, e a ESPN promete transmitir todos os jogos. Absolutamente todos. Hoje tem Phillies x Dodgers, jogo 1 das finais da Liga Nacional. Os sites e jornais norte-americanos nos últimos dias têm se divertido ao prever dois possíveis cruzamentos nas World Series.

Angels x Dodgers: os californianos estão animadísmos com essa possibilidade e já batizaram o possível duelo de Free Way Series. Pra quem não sabe, free ways são aquelas estradonas da Califórnia patrulhadas por Jon Baker e Frank Poncherello.

Yankees x Dodgers: pros saudosistas, uma chance de ver o duelo nova-iorquino que desapareceu com a mudança dos Dogers do Brooklyn para Los Angeles.

Como eu já dei palpites demais, vou me conter. Qualquer um dos quatro cruzamentos possíveis será bem bacana.

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