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Posts com a Tag ESPN

quinta-feira, 11 de março de 2010 Ligas universitárias | 09:51

Inspiração

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Jim Valvano foi treinador de basquete universitário entre 1968 e 1990. Depois, virou comentarista da ESPN. Morreu em 1993, aos 47 anos, de câncer. Sua luta contra a doença e seu amor  pelo esporte são inspiradores.

Conheci a história de “Jimmy V” num filme protagonizado por Anthony LaPaglia, exibido há alguns anos na TV a cabo. Aos que entendem o inglês, vale ouvir o famoso discurso de Jimmy V na entrega do prêmio ESPY, da ESPN norte-americana. Aos que não entendem, vale lembrar de uma única frase: “Todos os dias, guarde um tempo para sorrir, chorar e pensar”. Jimmy V morreu dois meses após o discurso.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 Ligas universitárias | 18:09

NCAA na TV

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Vou fugir um pouco do assunto Super Bowl. Esta semana tem grandes jogos de basquete universitário na televisão. Fiz uma pequena agenda pra orientar a galera. Vale a pena acompanhar a molecada que pode chegar à NBA em breve. Entre parênteses, a posição de cada equipe no Top 25 ESPN/USA Today. Quem não tem número, claro, não está rankeado.

8/2 (segunda-feira)
22h00 – West Virginia (4) x Villanova (5) ESPN

9/2 (terça-feira)
22h00 – Vanderbilt (24) x Tennessee (12) ESPN

10/2 (quarta-feira)
23h50 – North Carolina x Duke (7) Bandsports

11/2 (quinta-feira)
22h00 –  Minnesota x Michigan ESPN

13/2 (sábado)
23h00 – Virginia Tech x Virginia Bandposrts

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 NBA - Basquete | 22:41

Greve na NBA?!

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Antes de mais nada, o Yahoo acertou em cheio. Os reservas do All-Star Game são mesmo aqueles. Aliás, nesse tipo de furo jornalístico, em Esportes, raramente ocorre erro. A não ser que o “furo” venha do Marca ou do As, da Espanha. Aí é furada.

Mas quero mesmo é falar sobre algo que li há pouco no ESPN.com. Ao final da próxima temporada da NBA termina o acordo salarial entre a liga e o sindicato dos atletas. E, dizem, os donos de equipe querem “uma redução imensa nos salários dos jogadores”. Vem briga pela frente.  Alguns times, aliás, já estão economizando para o caso de pintar uma greve. Só faltava essa…

Fechando o dia, uma dica: Fábio Sormani comenta as suspensões até o final da temporada de Gilbert Arenas e Javaris Crittenton, do Washington Wizards. Duas tremendas bestas.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009 Ligas universitárias | 13:08

Maratona universitária

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Acreditem, o basquete universitário dos Estados Unidos terá um jogo às 6h da manhã (9h de Brasília)! St. Peter’s e Monmouth concordaram em disputar a partida nesse horário esdrúxulo para conseguir transmissão da ESPN ao vivo para todo o território dos Estados Unidos. O jogo acontece nesta terça-feira.

“Quando John [Dunne,técnico de St. Peter’s] me disse que tinham mudado o jogo para as 6h, eu não vi problema algum. Só não sabia que eram 6h da manhã”, brincou Dave Calloway, técnico de Monmouth.

A mudança ajuda a encaixar a partida nas 24 Horas de Basquete Universitário da ESPN, uma maratona de 14 horas que terá como grande destaque o confronto entre Kentucky e North Carolina*, duas das melhores equipes desta temporada.

Leia mais sobre basquete, sobretudo a NBA, no fantástico blog do Fábio Sormani.

*A ESPN informa que Kentucky x North Carolina não está na agenda, mas Kansas, Michigan State e Duke, três candidatas ao título, estarão em quadra na maratona.

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terça-feira, 21 de julho de 2009 MLB - Beisebol | 14:47

Vídeo de repórter da ESPN nua causa polêmica

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Erin Andrews Quando o jornalista vira personagem principal de alguma notícia, coisa boa não deve ser. A polêmica da semana nos Estados Unidos fica por conta de um vídeo de câmera escondida da bela jornalista esportiva da ESPN Erin Andrews que vazou na internet.

A história que o NY Post conta é que o vídeo foi gravado por um “peephole”, ou um buraco na parede, de um quarto de hotel.

Acredita-se que as imagens foram gravadas em um quarto de hotel de Omaha, em Nebraska, quando Erin participava da cobertura do College World Series de beisebol, vencido pela Louisiana State University (LSU).

O vídeo se espalhou rapidamente e mostra Erin se trocando, arrumando o cabelo e passando maquiagem nua no quarto. Após queixa da repórter, as imagens foram tiradas do ar e a polícia investiga o autor da gravação.

E tome cuidado! Alguns sites maliciosos prometem o download do vídeo, mas acabam infectando com vírus o computador do internauta curioso.

Erin Andrews pelada
Alguns trechos do vídeo foram publicados pelo NY Post

Erin Andrews tem 31 anos e fez sua carreira como repórter esportiva na ESPN. Foi considerada pela revista Playboy, em 2008, a cronista esportiva mais sexy dos EUA. Segundo a Wikipedia, suas credenciais esportivas são vastas. Já cobriu jogos de basquete da NBA em horário nobre, jogos da MLB e da NHL desde 2004.

A “dancinha” de Maluaga

Esta não é a primeira polêmica da carreira de Erin Andrews. Durante o Rose Bowl 2009, em janeiro, Rey Maualuga, linebacker da University of Southern California, foi flagrado fazendo uma “dancinha” pelas costas da jornalista, sem ela perceber. A cena suscitou o debate sobre preconceito contra mulheres no meio esportivo e ainda gerou a denúncia de assédio sexual por parte da Women’s Sports Foundation.

Assista abaixo ao gesto de Maualuga:

Uma semana depois, Maualuga fez um pedido formal de desculpas à jornalista. O comunicado dizia ainda que o linebacker conversou por telefone com Erin e se desculpou com ela. “Ele percebeu ter cometido um erro e lamenta profundamente suas ações”, diz o comunicado.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009 Ligas universitárias | 19:41

Crise nos EUA

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Vim dizer que continuo aqui, apesar da correria. Sem muito tempo para escrever, vai o link de uma matéria excelente do site da ESPN de hoje. Lá nos EUA, assim como cá, os esportes dependem demais da televisão. E aqueles que não contam com esse suporte sofrem com a falta de dinheiro. É o que está acontecendo com diversos programas esportivos de universidades norte-americanas.

Programas de esportes como natação, atletismo e até beisebol estão sendo drasticamente reduzidos ou até fechados por algumas universidades. Os atletas, sem nenhum amparo, precisam optar entre mudar de universidade ou desistir de praticar o esporte.

Aos que falam bem o inglês, leitura obrigatória. Clique aqui.

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quinta-feira, 11 de junho de 2009 NBA - Basquete | 16:56

As maiores equipes da história da NBA

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John Hollinger, colunista do site da ESPN, aproveitou que a NBA está em alta, perto de conhecer seu novo campeão, e resolveu eleger as maiores franquias da história da liga. Ao invés de discutir diversos aspectos subjetivos e ao final opinar sobre qual a maior agremiação da história, ele fez contas. Estabeleceu uma lista de itens, atribuiu pontos a cada um deles e pegou a calculadora. Após somar os pontos, dividiu pelo número de temporadas da equipe na NBA. Isso diminui a distância entre times antigos e equipes jovens. Veja abaixo os critérios de pontuação:

– Vitória na temporada regular: 1 ponto
– Vitória nos playoffs: 2 pontos
– Jogador no All-Star Game: 2 pontos
– Série vencida nos playoffs: 4 pontos
– Título da NBA: 30 pontos
– Mudança de cidade: 100 pontos perdidos

Hollinger ainda acrescentou um item subjetivo à seção, para avaliar equipes e jogadores que tenham sido grandiosos mesmo sem bons resultados, o que tenham sido trágicos apesar dos bons resultados. Nesse item subjetivo, uma equipe pode perder ou ganhar de 50 a 150 pontos.

O autor cita o exemplo do Portland Trail Blazers do final da década de 90, que obtinha bons resultados em quadra, mas envergonhava os torcedores. Era o chamado Jail (cadeia) Blazers, um time recheado de jogadores envolvidos em problemas com a Justiça. Isso custou 50 pontos ao time de Portland. Já o Lakers ganhou 150 pontos pelo número interminável de grandes astros ao longo dos tempos.

Também foram somados os resultados obtidos pelas equipes na ABA, liga queinicialmente era concorrente da NBA, mas, anos depois, se fundiu à “prima” mais bem sucedida. Os resultados obtidos na ABA valem metade da pontuação normal.

Agora, vamos ao ranking. Primeiro, as cinco melhores agremiações, essas com a devida análise do responsável pela lista.

1 – Los Angeles Lakers: 78,71 pontos por temporada
Melhor jogador: Magic Johnson
Kareem e MagicMagic, Kareem, o escudo, Shaq, Kobe… Quando o assunto é superastros, o Lakers está muito à frente de qualquer um. Chega a ser uma disputa sem graça. O time com os cinco melhores jogadores do Lakers em todos os tempos esmagaria a seleção de qualquer outra agremiação. Na verdade, talvez fosse superior do que o time dos cinco melhores jogadores de todas as outras equipes juntas.

2 – Boston Celtics: 73,98
Melhores jogadores: Larry Bird e Bill Russell
Parish, Bird e McHale Os torcedores do Celtics podem tripudiar dos torcedores de todas as outras agremiações, menos uma. E, ainda assim, há argumentos a favor do pessoal de Boston. Embora fique atrás do Lakers no ranking posterior a 1968 e no ranking geral, o Celtics conquistou 17 títulos da NBA, enquanto o rival venceu 14. E 9 desses 17 foram conquistados justamente contra o time de Los Angeles.

3 – San Antonio Spurs: 62,05
Melhor jogador: Tim Duncan
Duncan e RobinsonO Spurs pode não ter a tradição do Lakers ou do Celtics, mas, nas últimas duas décadas, desde a chegada de David Robinson, é a agremiação mais vencedora dos esportes norte americanos. das últimas 20 temporadas, 19 resultaram em playoffs; 17 delas produziram 53 vitórias ou mais na temporada regular. Na única temporada em que foi mal, co David Robinson fora por uma lesão nas costas, o Spurs teve a sorte de vencer a loteria do draft e selecionar Tim Duncan.

4 – Chicago Bulls: 59,77
Melhor jogador: Michael Jordan
Michael Jordan O Chicago Bulls venceu somente uma série de playoffs entre 1998 e 2009. Entre 1976 e 1988, passou da primeira fase dos playoffs só uma vez. No total, perdeu 50 ou mais jogos 11 vezes em 44 anos. Não teve um jogador sequer no All-Star Game por mais de uma década. Não conquistou nenhum título de conferência nas primeiras 24 temporadas. Só que o time foi tão bem entre 1988 e 1998 que nem precisou dos outros anos para figurar entre as maiores franquias da NBA. Graças a Michael Jordan, o melhor jogador de todos os tempos.

5 – Phoenix Suns: 57,85
Melhor jogador: Charles Barkley
Tom ChambersA expressão “melhor agremiação que jamais conquistou um título da NBA” pode até soar como ofensa, mas cabe perfeitamente ao Phoenix Suns. Ao longo de quatro décadas, o Suns fez tudo certinho, menos uma coisa: conquistar o título ao final. Apesar das quatro décadas da liderança visionária de Jerry Colangelo, cada oportunidade falhou graças a algum evento bizarro. Talvez seja o caso de pensar que o Suns é a versão da NBA para o amaldiçoado Chicago Cubs, da MLB.

Agora, as outras 25 agremiações, para não deixar ninguém curioso.

6 – Philadelphia 76ers
7 – Utah Jazz
8 – Portland Trail Blazers
9 – Indiana Pacers
10 – Houston Rockets
11 – Milwaukee Bucks
12 – Oklahoma City Thunder
13 – Detroit Pistons
14 – Miami Heat
15 – Orlando Magic
16 – New York Knicks
17 – Dallas Mavericks
18 – Denver Nuggets
19 – Cleveland Cavaliers
20 – Golden State Warriors
21 – New Jersey Nets
22 – Atlanta Hawks
23 – Washington Wizards
24 – New Orleans Hornets
25 – Sacramento Kings
26 – Minnesota Timberwolves
27 – Toronto Raptors
28 – Charlotte Bobcats
29 – Los Angeles Clippers
30 – Memphis Grizzlies

Algumas posições podem até gerar polêmica, como o Spurs à frente do Bulls, ou então o novato Oklahoma City Thunder à frente de Detroit Pistons e New York Knicks. Mas, no geral, achei bem aceitável e muito bem argumentado. Concordam?

PS: O Barkley jogava muito, mas o Tom Chambers foi o maior de todos os tempos. Não tinha comodeixar a foto dele fora deste post.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009 MLB - Beisebol | 18:40

Visitantes ilustres

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Joe MantegnaHoje consegui acompanhar o finalzinho do jogo entre Los Angeles Dodgers e Chicago Cubs. No final, o Cubs venceu por 2 a 1, apesar de um erro de Bobby Scales quase colocar tudo a perder no último inning. Mas o time da casa se segurou e venceu, pra delírio da barulhenta torcida de Chicago.

O destaque do jogo foi o ator Joe Mantegna (à direita, em foto AP), que já apereceu numa infinidade de filmes, a metade deles sobre máfia. Além de fazer o arremesso de abertura da partida, ficou na cabine de imprensa e participou da transmissão da Comcast. Quem acha que ele se conteve está enganado. Mantegna gritou uma barbaridade nas duas corridas anotadas pelo Cubs, falou bastante durante a transmissão e divertiu ainda mais algo que já costuma ser bem legal.

Aliás, como as transmissões norte-americanas são melhores que as brasileiras! Nada de Galvões ou Lucianos se esgoelando o tempo todo. Para prender a atenção do torcedor, os locutores dos EUA falam diversas abobrinhas úteis e divertidas, discutem cinema, música, outros esportes e falam até sobre o que comeram no dia anterior. Isso é divertido pra caramba! Sem falar em todas as estatísticas bacanas e outras informações pertinentes citadas ao longo das três horas de partida. Everaldo Marques, Paulo Antunes, Zé Boquinha e Eduardo Agra, da equipe de esportes americanos da ESPN, aprenderam bem a lição. Esses caras são responsáveis pelas melhores transmissões esportivas da TV brasileira atualmente.

Um pouco à direita no mapa…
O New York Yankees está em Cleveland para uma série de quatro jogos contra o Cleveland Indians. Alex Rodiguez e Mariano Rivera (abaixo, em foto AP) aproveitaram a folga na noite de quinta-feira, quando o time não jogou, para assistir ao duelo entre Cleveland Cavaliers e Orlando Magic pela NBA. A-Rod, que apareceu na transmissão da ESPN, vibrou bastante com os pontos de LeBron James, isso deu pra ver. Claro, nenhum dos dois pagou para ver o jogo. A prova disso são as credenciais amarelas discretinhas penduradas no pescoço dos dois.

Mariano Rivera e Alex Rodriguez

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008 MLB - Beisebol, NBA - Basquete, NFL - Futebol Americano, NHL - Hóquei | 16:41

Pay-per-view online

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Quem gosta de assistir aos jogos das quatro grandes ligas esportivas profissionais dos Estados Unidos deve estar feliz da vida. NBA, NFL, NHL e MLB já disponibilizam para os torcedores brasileiros os sistemas de transmissão via internet. Uma espécie de pay-per-view virtual, por preços mais acessíveis que os do Campeonato Brasileiro de futebol nas TV’s a cabo.

Das quatro, conheço bem o sistema da NBA, que eu assinei. Tenho ótimas referências do sistema da NFL, embora não tenha visto nenhuma transmissão até agora. A MLB, que está em férias, sequer tem preço definido para 2009, mas já oferece assinaturas para a offseason. Já o sistema da NHL eu não conheço. Arrisquei ver algumas demos, mas nada além disso.

Se vale uma dica… Quem quiser assinar qualquer um dos sistemas deve estar disposto a gastar um pouquinho mais. A melhor alternativa é comprar, inicialmente, o menor dos pacotes (semanal ou diário) e testar o máximo possível. Assistir a todos os jogos, sem parar, pra ver se funciona bem. Aí, se valer a pena, o passo seguinte é pagar o pacote completo. Se partir direto para a assinatura integral, o risco é precisar pagar por uma banda larga mais potente depois.

NBA International League Pass
Jogo entre Nuggets e Cavs estava perto do final; para o sistema da NBA, ainda nem havia começado

NBA

Abriu o sinal para o Brasil somente neste ano, com o International League Pass. E o serviço deixa um pouco a desejar, até por estar dando os primeiros passos. Na imagem acima, por exemplo, o sistema ainda não havia detectado o início do jogo entre Nuggets e Cavs. Sendo assim, era impossível acessar a transmisão. Tive que testar varios endereços diferentes até descobrir que se tratava do jogo 119. Em compensação, os valores são mais em conta que as demais ligas.

International League Pass
– US$ 84,95 temporada completa
– US$ 19,95 por mês
– US$ 4,95 por dia

Uma das vantagens da NBA é que todo dia tem jogo. E a temporada está equilibradíssima, com umas 20 equipes na briga pelas 16 vagas nos playoffs. Das 30 equipes participantes, pelo menos metade merece ser vista.

O problema é a instabilidade da conexão. em certos momentos, durante o horário de pico (entre 22h e 0h de Brasília), a conexão precisa ser bem rápida, embora a NBA diga que basta uma conexão entre 0,5Mbps e 1Mbps. Por outro lado, mesmo uma conexão de 1Mbps suporta sem maiores problemas os últimos jogos do dia (1h30 da madrugada), quando o tráfego é mais baixo.

NFL

O serviço é excelente, um dos melhores (se não o melhor) entre as quatro ligas profissionais. Sem contar que a temporada é curta, com apenas 17 semanas, cada uma delas com 16 jogos em média. Desses, levando em conta os diferentes horários, é possível ver entre 4 e 5 jogos integralmente. Só que três desses jogos são transmitidos na TV a cabo (ESPN e Bandsposrts). Ou seja, o Game Pass serviria para ver apenas mais dois ou três jogos inteiros ao vivo. Por outro lado, os VT’s de todos os jogos ficam disponíveis para o assinante assistir quando quiser.

A NFL oferece dois tipos diferentes de serviço, o tradicional e o HD (alta definição). Cada um deles tem três pacotes diferentes. E os preços são bem aceitáveis, sobretudo depois de uma promoção feita recentemente e que irritou muita gente que pagou mais caro no começo da temporada.

Game Pass
– US$ 19,99 por semana
– US$ 79,99 temporada de um só time
– US$ 99,99 temporada completa

Game Pass HD
– US$ 24,99 por semana
– US$ 89,99 temporada de um só time
– US$ 109,99 temporada completa

Segundo a NFL, para ter o sistema HD basta uma conexão de 750kbps; mas é preciso ter ao menos 2Mbps para receber a melhor qualidade de vídeo possível. Já o sistema convencional, que está vinculado ao site yahoo, exige meros 300kbps de conexão; só que a imagem é minúscula, do tamanho de uma janela do youtube.

NHL

A temporada é praticamente igual à NBA: 30 equipes, cada uma faz 82 jogos. Ou seja: tem jogo todo dia. Só isso já justifica a assinatura, se você curte hóquei. O problema é o preço, o mais salgado entre as ligas (a MLB não divulgou o valor para 2009).

Gamecenter Live
– US$ 20,99 por mês
– US$ 146,95 por ano

O sistema da NHL foi desenvolvido pela Cisco, uma gigante do ramo. Isso é bom sinal. E o site é sincero (diferente da NBA) ao pedir conexão de pelo menos 750kbps, embora recomende uma mais potente. Outro bom sinal é que o site da liga foi completamente reformulado para esta temporada e ficou espetacular. Talvez isso se estenda ao sistema de transmissão. Talvez…

MLB

Como a temporada acabou há pouco, ainda não existem pacotes disponíveis para a temporada regular. Mas a MLB já liberou as assinaturas do pacote da offseason, com transmissões dos jogos das ligas menores e, sobretudo, do Spring Training de 2009. Parece pouco, mas os fanáticos norte-americanos costumam delirar com a temporada de treinos durante a primavera.

MLB.TV
– US$ 14,95 toda a offseason

O mosaico de jogos, que mostra várias partidas simultaneamente, exige conexão mínima de 768kbps. Já a MLB.TV, numa daquelas janelinhas menores iguais às do Youtube, exige somente 420kbps. E o site ainda oferece uma ferramenta para testar sua conexão, coisa que os demais não têm.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008 NFL - Futebol Americano | 15:50

Dança das cadeiras

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O engraçado é que no Brasil, quando o assunto é queda de treinador de clube de futebol, sempre usam os gringos (sobretudo europeus) como exemplo de estabilidade. Pois as equipes da NFL resolveram aderir à prática brasuca. A coluna abaixo, da Page 2 do site da ESPN, vale a pena ser lida. Estão cortando cabeças indiscriminadamente na NFL.

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