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Posts com a Tag Cheerleaders

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 Cheerleaders | 17:37

QUEM É A CHEERLEADER MAIS BONITA DAS DIVISÕES SUL E NORTE DA NFC??

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Estamos a um passo de conhecermos as sete cheerleaders mais bonitas da NFL.  Como os Vikings são o único time com cheerleaders na NFC North, decidi juntar a North com a NFC South pra deixar o negócio mais emocionante.  Com isso, teremos 4 classificadas para os playoffs na AFC e 3 na NFC.    A vencedora de cada conferência se enfrenta no Super Cheerleader Bowl!!!  Vamos lá votar!

Missy, Vikings

Saints Babe.

Bucs, Jenny

Panthers, Katie

Falcons, Hottie

Quém é a número 1???

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terça-feira, 23 de novembro de 2010 Cheerleaders | 22:21

QUAL É A CHEERLEADER MAIS BONITA DA AFC NORTH?

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Está na hora de eleger a cheerleader mais talentosa da AFC North, meus queridos.  Olha, a competição está dando o que falar, e já temos 3 classificadas para os playoffs ( Lilly dos Dolphins, Casie dos Chargers, e a Andrea dos Texans (venceu a Brandi por 103 votos a 98) ).

Infelizmente, apenas dois times da AFC North têm cheerleaders, os Ravens e  Bengals.  Lá em Cleveland e Pittsburgh, as cheerleaders não são bem-vindas. (Aqui no blog, elas são muito bem-vindas).

Deixe seu voto!

Jennie, dos Bengals.

Michelle, dos Ravens

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Cheerleaders | 17:08

ESTÁ NA HORA DE ELEGER A CHEERLEADER MAIS “TALENTOSA” DA AFC SOUTH

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Pessoal, chegou a hora de conhecermos a Cheerleader #1 da AFC South.  A Casie (San Diego Chargers) e Lilly (Miami Dolphins) já estáo classificadas para os playoffs.  Nessa edição, colocaremos duas cheerleaders dos Texans porque houve um empate técnico nas minhas análises.  Só peço que, quando for votar, que vote com consciência.  Have fun!

Andrea

Brandi

Tessa

Kellie

Titans cutie

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domingo, 3 de outubro de 2010 Cheerleaders, NFL - Futebol Americano | 19:11

A CHEERLEADER MAIS BONITA DA AFC EAST

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Pessoal! Começaram as eleições só que essas não têm nada a ver com a política.  Está na hora de eleger a cheerleader mais “talentosa” da NFL.  Hoje começamos com a AFC EAST.  A vencedora de cada divisão avança para os playoffs!  Vamos eleger uma cheerleader de cada divisão por semana  VOTEM AQUI. É só colocar a sua favorita (um voto por email).

NEW ENGLAND PATRIOTS

Sara

MIAMI DOLPHINS

Lilly

NEW YORK JETS

Jessica

BUFFALO BILLS

Lisa

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terça-feira, 22 de junho de 2010 NBA - Basquete | 18:25

BASTIDORES DA MINHA COBERTURA DAS FINAIS DA NBA EM BOSTON

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Admito que foram sete dias intensos em Boston. Cheguei na terça-feira dia 9 e fiquei pilhado por basicamente umas 16 horas por dia trabalhando. Eu sou jornalista já há um bom tempo, mas essa foi uma experiência nova pra mim. Vim sozinho pra Boston para os Jogos 3,4 e 5 das Finais da NBA (sem cinegrafista, sem editor, sem auxiliar). Só eu e Deus. Comigo eu trouxe minha câmera fotográfica, uma mini câmera da ESPN, um tripé e um microfone. Eu estava preparado pra mandar vídeos e entrevistas para a ESPN e escrever aqui no blog. Eu sabia que seria uma semana de muito trabalho e muito divertimento. Afinal, estava aqui para acompanhar a maior rivalidade do basquete e ver de perto os meus 12 jogadores favoritos (não vou divulgar quem são; vão ter que adivinhar).

TERÇA-FEIRA: MUITA TENSÃO LOGO DE CARA.

No primeiro dia deu tudo errado. Como vocês já sabem, sempre há contratempos em viagens. Temos sempre de estar preparados. Cheguei no Hyatt Harborside por volta das 11 da manhã, tomei um banho e postei no blog. Logo em seguida, dormi umas quatro horas (não consegui dormir no voo) e depois fui ao TD Garden pra pegar minha credencial e assistir ao jogo.

Cheguei na arena umas 5 horas antes da partida. Peguei minha credencial (escreveram meu nome com “o”, Paolo) e entrei no TD Garden. Subi no elevador até o terceiro andar (aonde ficam a área de imprensa e a quadra). Imprensa do mundo inteiro estava presente, a grande maioria era americana.

Minutos depois de me organizar na sala de imprensa, fui dar uma olhada na quadra pra gravar um material para o Abre Jogo (programa de 30 minutos que antecede a partida) da ESPN. Ray Allen e Paul Pierce estavam se preparando para o Jogo 3. Tirei umas fotos, gravei minha passagem e voltei para a área de imprensa.

Foi aí que começou a dar tudo errado. A vídeo câmera estava gravando num formato desconhecido e o pessoal da ESPN não estava conseguindo ver o material. Fui descobrir isso no dia seguinte depois de ter mandado o material, que acabou não sendo usado. Essas coisas acontecem de vez em quando. Faz parte. É chato quando você prepara um material com carinho e ele não é utilizado por causa de problemas técnicos. Infelizmente, essas coisas acontecem. Eu tive que baixar um conversor na internet pra poder mudar o formato de vídeo Eu não sou nenhum técnico de TI mas felizmente, depois de muitas horas estressantes, eu consegui.

O Jogo 3 foi legal. Eu sentei lá em cima da arena (minha cabeça quase encostava no teto. Eu olhava reto e dava de cara com as bandeiras de campeão que ficam penduradas no teto. São muitas dos Celtics e dos Bruins, time da NHL que também joga na arena.

Minha visão da quadra.

Estava difícil enxergar especialmente sendo que eu esqueci meus óculos no Brasil. Que raiva. O Rasheed Wallace arremessava e eu achava que era o Ray Allen. O negócio foi crítico, viu?

(Eu estou aqui no Aeroporto JFK em Nova Iorque escrevendo esse post e acaba de ser anunciado que o voo das 22h pra Guarulhos foi adiado para as 7h. Estou sentindo mais raiva do que quando eu percebi que tinha deixado meus óculos em São Paulo. Vou averiguar a situação, já volto…A Delta vai pagar um hotel pra nós. Vamos ter de estar de volta aqui as 5h. Estou tão feliz que acho que vou dar cabeçadas no balcão da Delta.)

Enfim, os Lakers venceram a terceira partida, abrindo 2 a 1 na série. Logo depois do jogo, fui pra coletiva. Aqui os principais atletas do jogo e os dois técnicos falam. Doc Rivers veio ao pódio e eu quis fazer uma pergunta. Infelizmente tem um cara da NBA que controla quem fala e eu não fui chamado. Fiquei meio irritado mas tudo bem. A NBA disponibiliza a transcrição das entrevistas, então menos mal. Mesmo assim eu quis conversar com os treinadores e os jogadores. Eu não tive a oportunidade e isso foi frustrante.

Doc Rivers participando de uma coletiva.

Depois de postar no blog, gravar meu stand-up (uma gravação na qual eu falo diante da camêra) na quadra e mandar meu material (que infelizmente foi pro lixo, né?) eu fui dormir por volta das 4h30 da manhã. Tinha que dormir um pouco pra poder encarar os treinos de Celtics e Lakers no dia seguinte.

QUARTA-FEIRA: HELLO WATER TAXI!

Chegando no outro lado de táxi!

Quarta-feira acordei firme e forte, pronto pra ter um ótimo dia. O hotel onde eu estava hospedado, ficava apenas 3 KM do TD Garden, local dos treinos. Infelizmente, tinha um mala chamado Oceano Atlântico que ficava no meio do caminho. Ou eu pegava um táxi e pagava 25 dólares, ficava no metrô por 45 minutos ou embarcava num barquinho (water taxi) e atravessava pro outro lado e andava mais 10 minutos até a arena. “Todos a bordo!” Fui de barco.

Meu hotel ficou para trás.

A imprensa só tem acesso a meia hora do treino de cada equipe. Os Lakers treinavam das 10h até o meio-dia e os Celtics das 13h30 até as 15h30. A mídia podia pegar imagens da última meia hora do treino dos Lakers e depois tinha 30 minutos pra entrevistar os jogadores na quadra. Depois dessa hora, os jogadores dos Celtics entravam em quadra para concederem entrevistas e logo depois cinegrafistas pegavam imagens da primeira meia hora do treino do Boston. Tínhamos acesso a quadra das 12h até as 14h.

Nesse primeiro dia, eu só conversei com o Pau Gasol. Ele foi muito simpático e atencioso com todos e revelou que nem sabia quando começava a Copa do Mundo. Assim não dá né!? Mandei o vídeo pra ESPN e colocaram no site. Teve mais de 3 mil acessos. Sucesso!

Pau Gasol

Nos dois treinos que eu cobri, fui um dos últimos jornalistas a irem embora da arena. Eu pegava imagens, fazia a conversão dos vídeos para o formato correto, os mandava para a ESPN por FTP e ainda escrevia no blog. Isso demora!

Esse dia, eu acabei tudo por volta das 18h e decidi relaxar um pouco. Estava acontecendo um ensaio das cheerleaders dos Celtics e o meu assento ficava na primeira fileira!! Yes! (Eu era o homem invisível, ninguém olhava pra mim, mas OK.) Gravei um videozinho e voltei para postar no blog.

As cheerleaders dos Celtics.

Retornei ao hotel por volta das 21h. Fiquei meu quente porque não tinha sabão pra tomar banho, minha comida chegou fria e eu estava bem cansado. Superei e dormi por volta das 4h.

QUINTA-FEIRA: A SAGA DOS BENDITOS ÓCULOS E O OLHAR FEIO DE LAMAR ODOM.

Dia de jogo! Acordei cedo, mandei um vídeo pra ESPN e postei no blog. Cheguei na arena às 17h (o jogo começava às 21h) e gravei mais um stand-up pro Abre Jogo (a ESPN transmitiu todos os jogos da Finais).

Logo em seguida me deparei com o fato que eu não conseguia enxergar muita coisa sem meu óculos (que ficou no Brasil), sou míope. Decidi sair pra comprar um novo. Saí correndo pela zona norte de Boston com o meu crachá no pescoço (o pessoal ficava só olhando), pra procurar uma ótica. Entrei em duas drogarias que tinham óculos mas não para míopes.

Finalmente, por volta das 18h45, encontrei uma ótica! Era o único dia que ela ficava aberta depois das 18h. Hello! La mano de Dios estava conmigo hombre! Eu cheguei e expliquei a minha situação. O oculista falou que não podia me fazer os óculos sem consulta e…eu não tinha tempo a perder. Falei, expliquei, xavequei e saí de lá com meus oclinhos novos e 200 dólares a menos na carteira (eu não sabia se ficava feliz ou chorava por ter gastado toda essa grana). Decidi ficar feliz porque agora ia poder diferençar o Kobe Bryant de Pau Gasol.

Depois de 20 minutos perdido procurando a arena (sim eu já estava usando os óculos, e não eu não tenho noção de direção), finalmente cheguei (dei algumas voltas mas beleza).

Uma hora e meia antes do jogo os vestiários abrem para os jornalistas. Os jogadores mais importantes não aparecem e os técnicos só falam na sala das coletivas. Alguns dos atletas menos badalados conversam com a imprensa nos vestiários

Corri pra pegar uma sonora rápida com algum jogador pra tentar mandar para o Abre Jogo que começava uma hora depois. Cheguei no vestiário do Boston e lá estavam Glen Davis e Nate Robinson (jogadores que seriam cruciais pra vitória do Boston).

Mensagem no vestiário dos Celtics.

Nate Robinson não quis falar e ficava cantando rap e coçando a cabeça com uma escova. Ele quase não tem cabelo para escovar, foi engraçado. Além disso eu peguei ele xingando os jornalistas em voz baixa. Não sei se alguém o escutou mas com certeza ele não estava feliz com a nossa presença. Eu não queria falar com ele mesmo, então pra mim pouco importava.

Glen Davis foi brincalhão e antes da entrevista falou que adoraria conhecer o Brasil e especialmente por causa das mulheres. Isso foi antes da entrevista, porque quando eu fiz uma pergunta relacionada a isso com a câmera gravando, ele fingiu que não sabia do que eu estava falando e foi meio frio. Sem problemas. Peguei a sonora que eu precisava, e voltei pra área de imprensa pra mandar o material. Deu tudo certo!

O jogo terminou com uma vitória do Boston Celtics. Desci rapidinho pra pegar umas entrevistas pós-jogo. Eu desisti da sala das coletivas (Glen Davis e Nate Robinson falaram) e fui direto para os vestiários. Esperei, esperei e esperei. Depois do jogo, os atletas tomam banho e ficam um bom tempo se cuidando no departamento médico. A partida acabou por volta da meia noite e acabei saindo dos vestiários uma hora e meia depois. Nesse dia eu saí bem satisfeito. Consegui fazer perguntas para Kendrick Perkins, Tony Allen e Rajon Rondo dos Celtics.

Rajon Rondo.

Logo depois fui visitar os Lakers. A energia estava pesada e os jogadores não estavam querendo falar muito. Ron Artest tinha acabado de sair do banho e Lamar Odom estava falando. Enfiei meu microfone e mandei duas perguntas. A primeira deixou o Odom bem irritado e ele começou a olhar feio pra mim. Eu perguntei se ele achava que os Celtics tinham jogado com um pouco mais de garra que Los Angeles. Ele olhou pro lado e resmungou duas palavras que o microfone nem captou. Logo depois ele respondeu uma pergunta de outro repórter dizendo que os Lakers “precisavam consertar o que não fizeram no Jogo 4, para o Jogo 5.” Logo em seguida eu simplesmente perguntei, o que L.A. precisava consertar. Ele parou, respirou, olhou feio pra mim e disse, “é segredo…não podemos deixá-los saber.” Quase que retruquei que ele não precisava se preocupar que a reportagem só ia passar no Brasil, mas decidi me controlar e saí andando. Não sou e nunca fui fã do Odom. Ele é um jogador com muita habilidade que nunca fez nada na NBA. Agora gosto menos ainda.

Alguns repórteres poderiam se sentir intimidados com a situação. Eu não fico e não estou nem aí com os jogadores. Pra mim eles são importantes para o meu trabalho e ponto. Não os vejo como algo especial e não os coloco num pedestal. Eu os respeito e espero o mesmo.

Eu já estava conformado que não ia conseguir falar com ninguém importante dos Lakers quando Andrew Bynum apareceu. Ao aparecer, todos os jornalistas o cercaram e eu cheguei rapidinho. Consegui algumas sonoras e uma pergunta minha até saiu numa reportagem da ESPN.com. Foi bacana!

Andrew Bynum

O trabalho rendeu! Depois do vestiário, coloquei meu tripé na quadra e me gravei contando a estória do jogo. Fui embora por volta das 2h, cheguei no hotel, mandei as entrevistas e meu stand-up pra ESPN. A cama finalmente me abraçou por volta das 6h.

SEXTA-FEIRA: DIA DE FOLGA.

Acompanhe minha visita ao Fenway Park num post anterior http://esportesamericanos.ig.com.br/2010/06/13/dia-de-folga-em-boston-jogo-dos-red-sox-ou-passeio-pela-cidade/

SÁBADO: O DIA EM QUE ENTREI NO HALL DA FAMA DA NBA!

Senhoras e senhores, Paulo Antunes está prestes a entrar no Hall da Fama do Basquete dos EUA. Tá bom, não exatamente mas deixa eu explicar. Esse ano será muito especial para o basquete brasileiro. Ubiratan Maciel Pereira, o “Bira”, vai se integrar ao Hall dos melhores jogadores da história do basquete. Ele será o segundo brazuca a receber a honra (Hortência entrou em 2002, ano que Bira faleceu).

Quando a NBA ficou sabendo que havia um jornalista brasileiro em Boston cobrindo as finais, decidiram me chamar pra fazer uma entrevista. Eles estão fazendo uma matéria pra colocar no Hall da Fama e queriam umas sonoras pra falar um pouco da carreira desse grande pivô. Foi uma honra poder acomodá-los e acho que deu tudo certo. O bate-papo durou uns 20 minutos e o entrevistador, Steve Michaud, saiu satisfeito. A cerimônia vai acontecer no dia 13 de Agosto.

Sábado também foi um dia especial porque tive a oportunidade de arremessar uma bola na quadra do TD Garden. Spencer Rivers, filho de Doc Rivers, estava treinando seus arremessos horas depois dos treinos de Celtics e Lakers. Eu ainda estava trabalhando e fui a quadra pra gravar. Quando me deparei com o menino, olhei pros lados, vi que não havia nenhum segurança por perto, e pedi pra jogar uma bola. O garoto de 14 anos foi muito educado e deixou. As primeiras bolas nem encostaram no aro (eu estava perto da linha dos 3 pontos e não estava aquecido). No quarto arremesso a bola entrou! Na minha empolgação eu o convidei pra jogar um jogo mas ele falou que não dava. Foi rápido mas muito divertido. Quando eu era moleque, tinha o sonho de um dia arremessar algumas bolas no velho Boston Garden. O Garden foi demolido faz tempo, mas pelo menos consegui acertar uma bola no novo TD Garden! Não foi vestindo o uniforme dos Celtics, mas está valendo.

Linda quadra.

DOMINGO: JOGO 5.

Meu penúltimo dia em Boston veio e foi sem muito drama. Acordei e coloquei dois posts no blog e fui pra arena com a intenção de realizar minha rotina de trabalho e comprar alguns itens na loja dos Celtics. Fiquei um pouco decepcionado com a loja. Primeiro que uma camisa oficial dos Celtics estava vendendo por 170 dólares. Muito caro. Segundo, eu queria um shorts oficial do Boston mas eles não tinham. Acabei comprando um shorts não oficial e um boné pra minha irmã.

Depois das compras, fui a rua pra pegar imagens e sonoras de torcedores. Estou preparando uma matéria para o “The Book is on the Table” e precisava do material. Torcedores dos Celtics já estavam se aproximando da arena umas duas horas antes da partida. Alguns fanáticos dos Lakers também comparecerem. Dentro da arena, jornalistas se preparavam. No corredor, vi Stephen A.Smith (analista da FOX) entrevistando Dwayne Wade do Miami Heat. Todos da imprensa estavam focados e correndo pra não perder prazos. É impressionante o profissionalismo que você vê num evento tão grandioso quanto esse. Todos fazem o trabalho, pedem licença para não incomodar o próximo e estão prontos com uma informação caso tenha alguma dúvida. Eu sei que o americano muitas vezes tem a fama de ser arrogante ou frio. Posso falar que vi justamente o oposto em Boston.

Jackie Macmullan do Boston Globe foi um exemplo disso. Jackie é uma das jornalistas mais respeitadas do país e vem cobrindo os times de Boston há aproximadamente 20 anos. Eu pedi uma sonora rápida e ela foi muito atenciosa e aceitou. Espero que a matéria fique legal!

O jogo começou e o torcedor dos Celtics fez muito barulho. A partida foi fantástica. Kobe Bryant anotou 38 pontos, mas mesmo assim os Celtics venceram para abrir 3 a 2 na série.

No vestiário dos Celtics consegui conversar com Glen Davis, Tony Allen e Ray Allen, um dos meus favoritos. Ray falou muito de seu filho que tem diabetes e teve de ser levado as pressas pro hospital. Ray chegou a perder parte de um treino durante as finais, pra cuidar do filho. Ele não jogou bem nos 3 jogos realizados em Boston, e acho que uma das razões pode ter sido que a cabeça dele estava em outro lugar. Como que podemos culpá-lo?

Ray Allen

No vestiário dos Lakers, apenas consegui falar com Ron Artest. Quer dizer…eu mais ou menos consegui falar com ele. Ele não fala. Fiz algumas perguntas e ele olhava pra mim e pro papel com as estatísticas do jogo. Ele parecia estar confuso e quando respondia, falava tão baixo que o microfone não conseguia captar. Infelizmente, não consegui usar a entrevista.

SEGUNDA-FEIRA: A SAGA DOS BENDITOS ÓCULOS PARTE II

Acordei tão bem na segunda-feira. Havia sido 6 dias de bastante trabalho, mas valeu a pena. Eu estava feliz com a repercussão e, levando em consideração que fui sozinho, me senti bem de ter realizado o trabalho. Levantei tarde (13h), arrumei minhas malas e desci pra almoçar. Comecei a comer e de repente meu estômago começou a doer. Não porque a comida estava ruim, pois estava ótima. Eu tinha acabado de perceber que não tinha colocado meus óculos novos na mala. Subi para o quarto e procurei mas não os achei.

Eu já estava ficando desesperado e decidi ligar para o TD Garden a espera de um milagre. Achava que seria impossível alguém achar meus óculos numa arena daquele tamanho mas tinha que tirar essa dúvida.

Liguei e fui muito bem atendido pela “Mary”. No primeiro momento ela falou que os óculos não estavam nos “achados e perdidos” mas se caso fossem encontrados, mandaria para o meu endereço na Florida. Eu desliguei pensando que nunca mais veria os meus queridos óclinhos. Mas…10 minutos depois, Mary me ligou. Ela tinha achado os benditos! Que maravilha.

Um funcionário do hotel me deu uma carona até a arena e depois me deixou no aeroporto. Cheguei em tempo pra fazer o check-in e acabou dando tudo certo. Embarquei as 19h e cheguei em Nova Iorque por volta das 20h. O meu voo de NY para Guarulhos, SP acabou sendo adiado para as 7h do dia seguinte. Mesmo assim, cheguei bem e com o sentimento de missão cumprida e com uma certeza: de agora em diante meus óculos ficam grudados na minha testa.

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segunda-feira, 22 de março de 2010 Cheerleaders, NBA - Basquete | 17:05

As mulheres da NBA

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Deixando o beisebol um pouco de lado, vamos falar sobre NBA. Ou quase… A liga acabou de iniciar a competição entre as dançarinas das equipes. É entrar no site, dar uma olhadinha nas fotos das moças e votar nas mais bonitas.

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sexta-feira, 5 de março de 2010 Cheerleaders | 17:33

Cheerleaders, 1950

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Nada da pouca vergonha de hoje em dia. Naquela época havia moral e bons costumes. Chato, né?

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 NFL - Futebol Americano | 17:29

Jogo das estrelas?

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O Pro Bowl é um treco bem chato. Nunca me diverti com o jogo, que antes acontecia após a temporada e neste ano rolou uma semana antes do Super Bowl. Não acho que tenha mudado nada.

Nos Estados Unidos, não tem fim a discussão sobre o que fazer com a partida. O que mais incomodou foi terem tirado o Pro Bowl do Havaí. Incomodou tanto que voltará a acontecer por lá em 2011 e 2012.

O Pro Bowl é uma espécie de “festa de confraternização”. Todo mundo na praia, muita mulher dando sopa, festas sem fim, bebida, comida… O jogo é o menos importante. Longe do Havaí, o que resta? O duro é que esse clima de “to nem aí” chega ao torcedor, que perde interesse pela partida.

Chris Ballard, colunista da Sports Illustrated, disse o seguinte no Twitter. “Tive que assistir ao Pro Bowl a trabalho. Assisti inteiro! Cara, eu amo esportes, mas isso foi um teste boa vontade”.

Ah, o placar foi 41 a 34 para a Conferência Americana. Pra animar isso aí, só mesmo as cheerleaders. Coloquei a foto bem grande. É só clicar nela e dá pra ver todos os detalhes das meninas.

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Aposentadoria de Kurt Warner
Eu não era grande fã do cara, mas admito que teve uma bela carreira. Lembro do QB mais pelo Super Bowl de 2000, do qual foi MVP no título do St. Louis Rams, o time mais sem sal da liga.

O jogo não parecia ser dos mais charmosos, mas o final foi espetacular. Até hoje lamento que o Titans não tenha feito aquele touchdown final e empatado o jogo. Queria muito ver uma prorrogação…

Pra quem não lembra, veja os melhores momentos abaixo. E preste atenção à jogada final, lá pelos 2:40 minutos de vídeo. E repare na alegria dos dois guris do técnico Dick Vermeil. Deve ser bom ter filhos numa hora dessas. Se não conseguiu ver o vídeo, clique aqui.

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quinta-feira, 12 de março de 2009 Cheerleaders, NFL - Futebol Americano | 12:16

Precisa-se de cheerleaders

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Aproveitei uma boa dica do Fábio Sormani para agitar um pouco este blog. Com as equipes da NFL de folga, os dirigentes se movimentam para deixar a casa em ordem de olho na próxima temporada. E não falo apenas do agitado mercado de transferências. O New England Patriots, por exemplo, está fazendo testes para selecionar novas cheerleaders. O Boston Globe não perdeu tempo e colocou no ar uma galeria de fotos dos testes. E eu reproduzo algumas delas. Se quiser ver a galeria completa, clique aqui.

Futuras cheerleaders do Patriots

Futuras cheerleaders do Patriots

Futuras cheerleaders do Patriots

Futuras cheerleaders do Patriots

Futuras cheerleaders do Patriots

Agora, uma pergunta: dá pra reprovar alguma dessas meninas? Eu daria o “emprego” a todas, sem dúvida.

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008 NFL - Futebol Americano | 13:42

Duelo de cheerleaders: Redskins x Cowboys

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Acho que ficou repetitivo, né? Cowboys e Redskins mais uma vez. Mas esse é o jogão da rodada, então não deu pra evitar. E agora, finalmente, um duelo “tradicional”, sem intrusas, só com cheerleaders. Vale também pra definir as preferências masculinas: um decotão caprichado ou um bumbunzinho formoso?

Redskins x Cowboys

E aí, quem vai levar a melhor no duelo deste domingo?

 

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