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terça-feira, 26 de abril de 2011 NBA - Basquete | 18:19

MEU ENCONTRO COM “RAY ALLEN” NO SHOPPING IGUATEMI EM SAO PAULO

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Um dia depois de encestar 8 bolas de três pontos contra o New York Knicks, Ray Allen estava servindo bolas de sorvetes nesse último domingo em Sao Paulo.  Pelo menos essa foi minha primeira impressão ao ver um moço muito parecido com o astro do Boston Celtics.   Alex (funicionário de uma sorveteria do shopping) me lembrou muito o Ray Allen.

Depois de sentar e devorar meu sundae pedi para tirar algumas fotos do rapaz (que nunca tinha ouvido falar do Ray- Ray).  Alex foi muito simpático  e o momento foi divertido.  Coloquei o rosto dos dois lado a lado pra você fazer sua análise.  Será que Ray Allen tem um filho brasileiro?? hummmmm…

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E aí, é parecido mesmo??

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terça-feira, 29 de março de 2011 NBA - Basquete | 01:02

SHAQUILLE O’NEAL PRECISA VOLTAR LOGO!!

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O negócio está bem feio lá em Boston.  Os Celtics estão numa fase que começa a preocupar o torcedor.  O time está perdendo para times fracos (Charlotte, Memphis, Indiana) e está prestes a cair para a terceira posição na classificação da Conferência Leste.  Várias coisas estão acontecendo.

Primeiro, Rajon Rondo vive uma fase ruim.  O excelente armador do Boston Celtics está de mal com o aro e não consegue acertar nada.  O numero de assistências também está bem mais baixo do que no começo da temporada.  Uma luz no final do túnel?  Rondo anotou 22 pontos no último jogo contra os Pacers.  Ele precisa ser a diferença pra Boston ir pra frente.

Segundo, os novos reforços não estão ajudando muito e Boston está sendo massacrado na tabela.  Quando eu falei que a troca envolvendo Kendrick Perkins foi produtiva para os Celtics (eu ainda acho), eu esperava que Shaquille O’Neal e Jermaine O’Neal voltariam de contusão pra ajudar o time.  Mas eles não voltam!!!!  Falta pouco mais de um mês para o início da pós-temporada e Boston ainda está sem um pivô titular.  Nenad Kristic não é um grande defensor e nem reboteador.  Os Celtics vão perder na segunda rodada se Shaquille O’Neal não voltar.  O que aconteceu hoje contra Indiana foi uma tragédia.  Boston acertou 55% dos arremessos de quadra e perdeu.  Duas palavras: rebotes e defesa!!  Boston não defendeu e agarrou apenas 29 rebotes (Indiana 36).  Isso é inaceitável.  Volto a dizer que gostei da troca pois acho que Jeff Green vai ajudar bastante, não só esse ano mas por muitas temporadas quando ele conseguir se incorporar mais no time, e Nenad Kristic é um bom reserva.  Contudo, Boston precisa da volta do Shaq.  Ele pega rebotes e defende e é a presença que os Celts precisam no garrafão.  Os médicos falam que ele deve voltar no dia primeiro de abril.  A notícia ruim é que o inchaço no tendão de Aquiles não passa.  Isso é muito preocupante.

A química entre os jogadores é algo muito importante no esporte.  O ambiente de trabalho é crucial e recentemente um dos caras mais calmos e respeitados do time, Ray Allen, falou algo que me deixou preocupado.  Ele falou que não queria dar desculpas mas que o time está tendo dificuldades de incorporar as novas aquisições.  Isso é péssimo e espero que Boston não esteja tendo problemas extra quadra com esses jogdores.  Se esse for o caso acho difícil Boston vencer com esse grupo.  Se for um problema entre as 4 linhas, eu acho que ainda da tempo pra chegar bem nos playoffs.  Faltam 10 jogos para o fim da temporada e parece que os Celtics estão enfrentando problemas que alguns times enfrentam na pré-temporada.  Carlos Arroyo, Sasha Pavlovic, Nenad Kristic, Jeff Green e Troy Murphy, quase metade do time foi contratado esse mês.  Nem o melhor técnico do mundo consegue lidar com tantas mudanças em pouco tempo.  Vamos ver se Doc Rivers acha a formula certa antes do início dos playoffs.  Eu não culpo o General Manager Danny Ainge, pois os Celtics têm lidado com muitas contusões.  Alem do Shaq e Jermaine, Delonte West e Marquis Daniels (que foi trocado) perderam grande parte da temporada.  Ainge repôs do jeito que ele achou melhor e acho que fez o que pôde.

No ano passado, os Celtics jogaram de forma medíocre nos últimos 20 jogos da temporada.  Todos estavam preocupados e Boston acabou mudando da água pro vinho nos playoffs.  Eu acho um absurdo depender dessa formula de novo, mas acho que ela pode se repetir, mas só com o Shaquille O’Neal.  A volta dele é o batimento cardíaco do Boston em 2011.  Perguntaram pro Rajon Rondo se ele achava importante terminar em primeiro lugar na confêrencia.  O armador do Boston respondeu que só queria chegar nos playoffs saudável.  Eu concordo!  Os Celtics têm a capacidade de vencer Chicago e Miami fora de casa.  Eles são os atuais campeões da conferência e têm experiência de sobra.  O uniforme verde é quase tão forte quanto o branco.  Boston é um time de alma, garra e coração.  Não é um barulho ensurdecedor de uma arena que vai balançar esse grupo.  Tenho certeza que o time pode se dar bem nos playoffs e até vencer o título.  Mas, isso só vai acontecer com a volta do Shaq e uma defesa mais forte no garrafão.

Com o Shaq voltando, Kristic voltaria ao banco e jogaria sob menos pressão.  Delonte West vem melhorando, Glenn Davis ta jogando bem e tenho certeza que Jeff Green vai estar mais confortável quando chegar a pós-temporada.  Com o quarteto mágico, isso formaria uma rotação de 9 jogadores.  Carlos Arroyo, Pavlovic e Murphy ficariam no banco e o problema de “química”diminuiria bastante.  Boston não vai precisar de 12 jogadores nos playoffs.  Se esses nove estiverem bem e saudáveis eu não vejo porque os Celtics não podem chegar as Finais.  Agora, vamos ver se o Shaq vai voltar bem.  Isso será determinante.

E aí? Boston consegue superar os Bulls?  Os Celtics têm gasolina suficiente no tanque pra chegar as Finais de novo?

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010 MLB - Beisebol, NBA - Basquete, NFL - Futebol Americano | 14:32

O QUE DEU CERTO E ERRADO NOS ÚLTIMOS DIAS NA TERRA DO TIO SAM

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Olá pessoal!  Me desculpe pela ausência dos últimos dois dias.  Eu estava viajando e falo com vocês agora de Sarasota na Florida.  Muitas coisas aconteceram nas últimas 72 horas.  Vamos falar do que deu certo e o que deu errado nos últimos dias na MLB, NBA e NFL.

CERTO

A-Rod finalmente bateu o Home Run de número 600!

Parabéns ao Alex Rodriguez.  O astro dos Yankees, e um dos melhores jogadores da história, se tornou o sétimo atleta a chegar a marca dos 600 quadrangulares na carreira.  A-Rod ficou preso nos 599 por alguns dias mas o momento histórico finalmente se concretizou na última quarta-feira contra o arremessador Shawn Marcum do Toronto Blue Jays.  Aos 35 anos, o jogador é o atleta mais jovem a chegar a marca histórica.  Babe Ruth (terminou a carreira com 714 HR) atingiu os 600 as 36 anos, mas levou menos partidas para chegar lá (2.004 vs. 2.227 do A-Rod).

Eu sei que muitos questionam o feito do A-Rod por ele ter admito o uso de anabolizantes quando jogava no Texas Rangers.  Eu não tenho dúvida que as substâncias ilegais o ajudaram atingir a marca.  Mas, mesmo sem os esteroides.  A-Rod teria chegado aos 600.  Ia demorar mais um ano, de repente, mas ia acontecer.  Quando entrou na liga no início da década de 90, Alex já era o garoto prodígio da MLB.  Um talento excepcional que nasceu pra jogar beisebol.  Antes dos 20 anos, ele já fazia uma parceria com Ken Griffey Jr. no Seattle Mariners que assustava muitos arremessadores. Na época, muitos já falavam que A-Rod tinha chances de chegar a 700 HRs!  Eu admiro A-Rod por ter encarado essa pressão logo cedo, e ter dado conta do recado durante sua carreira inteira.  Os outros 6 jogadores pelo menos 6oo são Sammy Sosa, Ken Griffey Jr., Willie Mays, Babe Ruth, Hank Aaron e Barry Bonds (líder com 762)

Shaq attack assina com os Celtics

Shaq agora só vai competir contra Kevin Garnett nos treinos do Celtics.

O negócio acaba de ficar um pouco mais engraçadinho em Boston.  E não por que o sempre cômico Shaquille O´Neal agora veste verde e branco (que por sinal é engraçado),  e sim, por que o Boston Celtics acaba de mudar seu nome para o Boston Abuelos.  Pra quem não sabe, “abuelo” significa “vovô” em espanhol.  Eu gostei da mudança. É bem apropriada sendo que os principais jogadores dos Celtics vão ter uma idade média de perto de 35 anos.  Paul Pierce tem 32, Garnett 34, Allen 35 e O´Neal 38.

Brincadeiras a parte, eu acho que a contratação foi muito boa.  É obvio que o jogador está no crepúsculo da carreira, mais acredito que ele ainda tenha gasolina (ou diesel no caso do Shaq) no tanque.  O homem dos 2´16 e 145 quilos é literalmente uma grande presença no garrafão.  E é justamente isso que o Boston precisa sendo que Kendrick Perkins só volta depois de fevereiro após passar por uma cirurgia no joelho esquerdo.  Os Celtics contrataram Jermaine O´Neal (jogador de 31 anos com 6 aparições no All-Star Game) para ser o titular, e o outro O´Neal (Shaq Daddy) para ser o reserva.  Boston foi massacrado nos rebotes na partida número 7 das Finais da NBA contra os Lakers, e um pivô de força vai ajudar a mudar isso.

Esse é o sexto time de Shaq.  Ele entrou na liga com o Orlando Magic em 1992 e também já atuou nos Lakers, Heat, Suns e no Cleveland Cavaliers.  No ano passado, o projeto de Shaq era, “win a ring for the king”.  Esse ano o lema poderia ser, “put a sting on the king, and win a ring with the Big Ticket”

Shaq traz 4 anéis de campeão no currículo.  Ele tem médias de 24,1 pontos e 11,1 rebotes por jogo.  No ano passado, O´Neal contribuiu 12 pontos e 7 rebotes por partida.

Shaquille foi recentemente convidado para o Show do Jimmy Kimmel e gostaria de compartilhar com vocês um trecho aqui no blog.  Engraçado.

ERRADO

Brett Favre

Brett Favre anteontem em Mississisippi lançado uma bola no Oak Grove High School. Será que ele está se preparando para a temporada? Nem ele sabe.

Eu jurei que não falaria mais de Brett Favre até começar a temporada da NFL.  Tá difícil, viu?  Terça-feira eu dei a notícia no programa Bate Bola da ESPN Brasil que, segundo o jornal de Minnesota, Minneapolis Star, Favre teria avisado funcionários dos Vikings que supostamente não voltaria mais para o time em 2010.  Eu enfatizei “supostamente”.  E ainda bem!  Por que no dia seguinte, saiu a notícia que Favre jogaria sim, se o tornozelo esquerdo o permitisse.  Favre passou por uma cirurgia no tornozelo em maio depois de se machucar na final de conferência contra o New Orleans Saints em janeiro.  Agora só resta esperar o tornozelo de Favre falar “sim” ou “não”.  Quando que isso vai ser, só Deus sabe.

A saga Brett Favre já virou um novela (antes era uma minissérie).  Essa já é a terceira vez que ele se aposenta.  Em 2008, ele anunciou que não voltaria mais e meses depois mudou de ideia e voltou a jogar com o New York Jets.  No ano passado, ele falou “chega” de novo e depois voltou com os Vikings.  Agora estamos há poucos dias do primeiro jogo do time na pré-temporada, e Brett Favre ainda não sabe o que faz da vida.  Que coisa chata!

É uma situação constrangedora para o Minnesota.  Os quarterbacks Tarvaris Jackson e Sage Rosenfels  seguem a vida como se Favre não fosse voltar.  Mesmo assim, fica complicado pro time começar a temporada sem saber quem será o titular na posição mais importante de todas.  O técnico Brad Childress falou depois da derrota em janeiro contra os Saints que Favre poderia tomar quanto tempo quisesse para chegar a uma decisão em relação a essa temporada.  Eu só acho que ele não esperava que seria TANTO tempo.  Isso já está virando uma palhaçada.

O que acham?

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terça-feira, 27 de julho de 2010 NBA - Basquete | 21:12

UM DIA QUE JAMAIS ESQUECEREI.

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O dia 27 de julho tem um significado importante para muitos torcedores que acompanharam de perto a carreira de Reggie Lewis.  Foi nessa data, em 1993, que Lewis faleceu enquanto treinava seus arremessos na Universidade de Brandeis na cidade de Waltham em Massachusetts, EUA.  Meses antes, o astro do Boston Celtics havia desmaiado em quadra durante o primeiro jogo dos playoffs contra o Charlotte Hornets (hoje New Orleans Hornets).  O atleta tinha um problema cardíaco e não sabia.

Depois do acontecimento, o Boston Celtics juntou um “dream team” de médicos para cuidar do Reggie.  Quase todos falaram que o jogador não tinha mais condições de retomar sua carreira e que arriscaria a morte se continuasse.  O Dr. Gilbert Mudge deu o prognóstico que Lewis queria ouvir.  Ele liberou o jogador a continuar suas atividades físicas com tanto que tomasse os remédios regularmente.  Confiante com a palavra do Dr. Mudge, Reggie voltou as quadras e morreu fazendo aquilo que sempre amou fazer: jogar basquete.

UM DOS MEUS PRIMEIROS ÍDOLOS

Eu tinha quinze anos em 1993.  As notas boas que eu tirava na escola era para o meu pai me deixar assistir esporte na televisão e jogar basquete.  O Boston Celtics fazia parte da minha família.  Quando eles perdiam, eu sofria bastante.  Os meus doze jogadores favoritos na NBA vestiam verde e branco.  Meu ídolo era Reggie Lewis.  Ele jogava com velocidade, explosão, defendia como ninguém (foi até líder do time em tocos numa temporada mesmo sendo ala-armador), e era a pessoa mais gentil do mundo.  O capitão dos Celtics era respeitoso com os árbitros e respeitado pelos companheiros.  Na comunidade, Lewis sempre marcava presença nas instituições carentes de Boston.  Realmente uma pessoa nota 10.

Eu lembro que no dia do primeiro jogo dos playoffs contra os Hornets em ’93 eu tinha um projeto escolar a noite.  Por isso,  perdi o quarto inicial da partida.  Lewis anotou 13 pontos nos primeiros minutos do jogo antes de sofrer o colapso.  Eu só vi depois.  Lewis chegou a voltar por alguns minutos num outro momento no jogo, mas teve que sair após sentir dores no peito.  Essa foi a última fez que Lewis pisaria na quadra.

UM DIA QUE MARCOU A MINHA VIDA

Meses passaram depois da série contra os Hornets e eu sempre prestava atenção aos noticiários para ver alguma coisa sobre a saúde de Reggie Lewis.  Eu queria saber quando que ele voltaria as quadras e se estaria pronto para a temporada de ’94.  No dia 27 de Julho eu passei rapidamente por uma emissora que estava terminando de dar uma notícia do Lewis.  Eu peguei só o finalzinho e vi que mostraram um lance de Lewis jogando.  Eu sabia que a notícia tinha alguma coisa a ver com o jogador, mas foi só isso.    Esse noticiário de esporte passava a cada meia hora na CNN e deixei a TV no canal aguardando ansiosamente pela reprise.

30 minutos depois (aproximadamente umas 21h) eu recebi a notícia.  Foi um momento de muita tristeza para mim.  Eu esperava ansiosamente uma notícia boa e recebi a pior de todas.  Aquele dia eu chorei até dormir.

Depois da perda de Reggie Lewis, o Boston Celtics nunca mais foi o mesmo para mim.  É obvio que vamos ficando mais velhos e não damos tanta importância com dávamos na infância. O time se afundou por perto de 15 anos e fui perdendo o contato com o time.  Sem Lewis, não era o Boston Celtics.

LEWIS LEMBRADO


A camisa número 35 foi aposentada pelo Boston Celtics logo depois da morte do Reggie.  Uma homenagem muita merecida mesmo com o jogador tendo atuado por apenas 7 temporadas com o clube.

Um ano depois do falecimento, eu ingressei no colegial em Sarasota na Florida.  Joguei basquete por 4 anos e sempre quando eu olhava para o meu número, 35, me sentia um pouco mais perto de Lewis.

Reggie Lewis estava a beira de se tornar uma das super estrelas da NBA antes de sua morte.  É uma pena que ele teve que ir embora tão cedo.  Faz 17 anos que ele faleceu.  Muitos  não lembram muito da carreira dele, mas uma coisa é certa.  Quem partilhou de alguma forma da vida dessa pessoa que trouxe muita felicidade para o torcedor dos Celtics, não esquecerá tão cedo do ótimo jogador e pessoa que era Reggie Lewis.  Eu sei que eu jamais esquecerei.

RIP Reggie Lewis (21 de Novembro de 1965 – 27 de Julho de 1993 )

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quinta-feira, 15 de julho de 2010 NBA - Basquete | 19:52

SERÁ QUE O MINNESOTA TIMBERWOLVES VACILOU DE NOVO? O TIME VEM FAZENDO MUITAS MUDANÇAS.

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Al Jefferson feliz da vida.

É uma pena o que aconteceu com o Minnesota Timberwolves depois da troca que mandou Kevin Garnett para o Boston Celtics em 2007.  O time simplesmente foi pro espaço com a saída do melhor jogador da história da franquia.  Na época, os Wolves receberam Gerald Green, Ryan Gomes, Sebastian Telfair, Theo Ratliff, Al Jefferson, e duas escolhas no draft.  Os Celtics eram o pior time da liga em 2006 e os Wolves basicamente aceitaram o lixo do Boston.

O único jogador que deu certo em Minnesota foi Al Jefferson. Os outros nunca contribuíram e foram embora rapidinho.  Desde a troca os Wolves somam 61 vitórias, cinco a menos que os Celtics conseguiram na temporada de 2007-2008!

Agora, os Timberwolves passam por mais uma reformulação e a equipe decidiu negociar o seu melhor jogador, Al Jefferson.  Com a saída de Jefferson (foi para o Jazz), eu acho que já podemos falar que a troca do Garnett foi a pior da história do basquetebol masculino.  Triste!  Mas e agora?  Será que o Minnesota vacilou ao trocar, de novo, o melhor jogador da equipe?  Os Wolves receberam duas escolhas de primeira rodada e Kosta Koufus (quem???) do Jazz.  Eu acho que o time merecia mais!

O técnico Kurt Rambis quer jogar com mais velocidade e em transição.  O jogo do Jefferson é mais no garrafão e ele segura muito a bola.  Mesmo assim, o cara anotou 17,1 pontos e 9,3 rebotes por jogo!  A decisão de trocá-lo foi arriscada.

Esse ano o Minnesota tem 8 caras novas no time.  Cinco vieram através do draft (Wesley Johnson, Lazar Heyward, o brasileiro Paulão Prestes, e dois atletas com nomes fáceis de pronunciar, Nemanja Bjelica e Hamady N´diaye), dois em trocas (Michael Beasley do Heat e Martell Webster dos Blazers) e um (Luke Ridnour) assinou como free agent.

Luke Ridnour

Ridnour veio do Milwaukee Bucks e é o jogador mais velho do time com apenas 29 anos.  No ano passado ele jogou muito bem anotando perto de 10 pontos por jogo como reserva do Brandon Jennings. Webster, foi o sexto jogador selecionado do draft de 2005 e até agora tem desapontado.  A boa notícia é que ele tem apenas 23 anos e no ano passado antou 9,4 pontos em 25 minutos por jogo.

A equipe também renovou com o Darko Milicic (que não é exatamente nenhum Kareem Abdul-Jabbar) e seus 6,7 pontos e 4,7 rebotes por jogo.

Michael Beasley

Darko Milicic

É difícil falar se essas contratações vão dar certo pros Wolves.  Beasley, foi a segunda escolha do draft de 2007 e fez pouca coisa em Miami.  Mesmo assim ele tem apenas 21 anos.  Uma mudança de cenário pode ajudá-lo.  Webster e Ridnour são jogadores que podem estar em ascenção e os calouros sempre são uma incógnita.

O que parece certo é que os Timberwolves têm arriscado bastante nos últimos anos.  A troca de Garnett foi uma lástima.  Vamos esperar para ver se a do Jefferson rende alguma coisa.

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segunda-feira, 28 de junho de 2010 NBA - Basquete | 04:57

AONDE VÃO OS FREE AGENTS MAIS BADALADOS DA NBA? MINHA BOLA DE CRISTAL DIZ…(PARTE 1)

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A partir do dia 8 de Julho free agents da NBA estarão liberados para assinar contratos com qualquer equipe da NBA que os queiram.  Obviamente essa classe de free agents é top de linha.  Lebron James, Dwayne Wade, Chris Bosh, Dirk Nowitzki, etc.  Todo mundo está curioso pra saber qual uniforme eles vestirão na próxima temporada.  Eu fiz uma consulta com a minha bola de cristal e recebi algumas respostas.  Então, apertem o cinto de segurança porque la vem a parte 1  das minhas previsões de onde os 8  free agents mais badalados estarão arremessando bolinhas de 3 e enterrando basketbolas em 2010-2011.  Começamos hoje com Ray Allen.

Ray Allen


É verdade:

O Presidente de Operações dos Celtics, Danny Ainge, falou que gostaria de renovar com Ray Allen.  Segundo Ainge, “Allen ainda tem muito basquete pra oferecer.”  Ray-Ray é o segundo jogador da história da liga com mais cestas de três pontos e ajudou o Boston Celtics a chegar às finais da NBA em duas de suas três temporadas com o clube.  É obvio que o atleta é muito importante, mas ele já tem 34 anos e ainda não encontrou a fonte da juventude. (Dizem que o “conquistador” Ponce de Leon encontrou essa fonte em algum lugar na Florida mas é mentira.  Se Ray Allen acreditasse, será que ele ia tentar assinar com o Miami Heat?).  Brincadeiras a parte, Ray já falou que gostaria de ficar em Boston e os Celtics têm perto de 20 milhões de dólares pra tentar contratar um ou dois bons jogadores esse ano.

Minha bola de cristal diz:

Sugar Ray Allen vai ficar em Boston.  Ray já está no final de carreira e a última coisa que ele quer fazer é pegar sua família e mudar de novo.  Seu filho sofre de diabetes e Boston tem os melhores hospitais.  Eu sei que isso não será um fator determinante mas pode influenciar na decisão.  Além do mais, ele ainda está em ótima forma física e pode ajudar os Celtics no ano que vem.  Eu ainda acho que o trio Garnett-Pierce-Allen pode ser efetivo por mais dois anos.  Não há dúvida que Boston precisa de mais um ou dois jogadores pra ajudar o time ficar no topo da Conferência Leste.  Um homem de força na posição de Ala e mais um pontuador seriam bem-vindos.  Eu não acho que agora seja a hora de quebrar o núcleo do time.  Boston já fez isso uma vez no final da década de 80 numa troca envolvendo o próprio Danny Ainge.  Os Celtics mandaram Ainge (que jogava na mesma posição que Allen e era um excelente arremessador, assim como Ray)  para Sacramento e receberam Ed Pinckey e Joe Klein (péssima troca).  Agora, Ainge é o presidente do time e controla as negociações.  Será que ele deixaria algo parecido acontecer de novo?  Minha bolinha de cristal diz que não!

No próximo capítulo…

Carlos Boozer

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sábado, 12 de junho de 2010 NBA - Basquete | 17:15

CELTICS E LAKERS REALIZAM ÚLTIMO TREINO ANTES DO JOGO 5

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Os Celtics e Lakers treinaram hoje no inicio da tarde aqui no TD Garden em Boston.  Jornalistas congregaram na quadra pra conversar com os atletas.  É engraçado que numa série de 7 jogos tem coisas já sabemos: Nenhum time está 100% físicamente depois de mais de 100 jogo, todos vão dar tudo em quadra, o Boston vai continuar indo pro Ray Allen mesmo se ele errar 13 bolas seguidas, Kobe Bryant quer mais um título, um time precisa marcar mais pontos que o outro pra vencer, …etc., etc., etc.  O fato é que são poucas perguntas não respondidas.

A única coisa que  é  uma incógnita é a saúde de Andrew Bynum.  No lado do Boston, Rasheed Wallace vem jogando no sacrifício, mas pelo menos está conseguindo correr bem em quadra.  Bynum já é outra história.  Ele jogou apenas 12 minutos no Jogo 4 por causa de uma contusão no joelho direito que vem lhe perturbando há muito tempo.  Depois da partida ele obviamente estava chateado mas falou que jogaria no domingo.  Quando perguntei se ele estava otimista em relação ao Jogo 5, ele respondeu com muita segurança que sim.  O discurso de hoje foi o mesmo.

Andrew Bynum está confiante que vai poder contribuir no Jogo 5.

Nas últimas 36 horas, Bynum passou por uma ressonância magnética, que não acusou nenhuma  ruptura ou algo grave. O osso está contundido e Bynum vai ter que lidar com a dor. Bynum admitiu que o problema é o inchaço, “eu aguento a dor e vou poder jogar.  O problema é que quando o inchaço aumenta, aí eu fico mais vulnerável a me contundir ainda mais.”  Pra amenizar o inchaço, Bynum teve que “drenar” mas liquido do joelho depois do jogo. È a segunda vez que ele passa pelo procedimento nesses playoffs.

O problema é quando o inchaço volta durante a partida.  Se isso acontecer de novo, L.A. pode estar com problemas sérios.

Lamar Odom arremessa uma bola durante o treino dos Lakers em Boston.

Sem Bynum os Lakers são outro time.  Especialmente nesse série, que está sendo muito física.  O time que venceu a batalha dos rebotes venceu os quatros jogos da série.  O Bynum é uma tremenda presença no garrafão, pega rebotes, pontua e defende muito bem.  Se o Bynum não puder jogar ou ser efetivo, L.A. vai ter que depender mais do Lamar Odom.  Odom é um jogador inconsistente que não tem a força do pivô dos Lakers no garrafão.  Odom foi dominado pelo Glen Davis no Jogo 4.  Davis anotou 18 pontos e acabou sendo um atleta fundamental na vitória dos Celtics.  Segundo o técnico Phil Jackson, Davis tem a vantagem contra o Odom porque tem mais agilidade.

Glen Davis conversando com a imprensa

Na coletiva dos Celtics, os holofotes estavam em cima de Nate Robinson e Glen Davis.  Todo mundo queria falar com os dois pra ver o que esperam da quinta partida.  Eles anotaram 30 dos 36 pontos do banco dos Celtics  no jogo 4.  “Agora é uma série de 3 jogos.  Aquele jogo acabou.  O pessoal vai lembrar [do jogo 4] se ganharamos a série.  Se perdermos, ninguém vai lembrar, ” comentou Davis.

Uma coisa que pode preocupar o torcedor dos Celtics é a falta de rítmo no ataque.  Ray Allen teve uma partida sólida na série, a partida número dois.  Allen anotou 32 pontos e o jogo marcou a única vez na série que os Celtics chegaram nos 100 pontos (venceram por 103 a 94).  Nas duas partidas em Boston, Allen tem sofrido muito pra achar seu arremesso ( no terceiro jogo da série ele errou 13 de 13 arremessos).  Kevin Garnett realmente apareceu bem apenas no Jogo 3 com 25 pontos.  Paul Pierce também tem sido muito inconsistente.  Mesmo assim Rondo está confiante com o trabalho ofensivo do clube. “Tivemos ótimas oportunidades mas erramos arremessos fáceis.  Eu, Paul, Ray e Kevin erramos várias bandejas.  Se recebermos essas mesmas oportunidades no Jogo 5 vai dar tudo certo.  Nosso banco jogou muito bem ofensivamente  no quarto período.  Temos também que dar crédito aos Lakers.  Eles defenderam bem.”

Rajon Rondo está confiante para o Jogo 5.

O Jogo 5 das Finais da NBA começa neste domingo a partir das 21h horário de Brasília.

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sexta-feira, 11 de junho de 2010 NBA - Basquete | 18:30

“SHREK” E “DONKEY” AJUDAM O BOSTON CELTICS A EMPATAR SÉRIE CONTRA OS LAKERS

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A arena estava bombando. Dava pra perceber que o torcedor do Boston Celtics estava pronto pra explodir. Durante três quartos a bola chorava, chorava mas não entrava. O quarto período foi outra história. Os Celtics anotaram 36 pontos e venceram os Lakers por 96 a 89. Série empatada 2 a 2.

Imagem da área de imprensa.

Ontem eu cheguei na arena por volta das 3h30, cinco horas e meia antes da partida. Eu tinha que mandar um material pra ESPN e decidi me adiantar pra não ficar na correria minutos antes do jogo. Horas depois as 19h30, abriram os vestiários para entrevistas. Entrei no do Celtics pra tentar sentir o clima dos jogadores. Entrei, olhei pros lados, e apenas Glen Davis, Nate Robinson e Michael Finley estavam por lá. Os outros, ou estavam se escondendo da imprensa ou no departamento médico. Rajon Rondo passou rapidamente pra deixar um sapato no seu armário. Kevin Garnett atravessou o vesitário, passou por uma porta e nunca mais apareceu. Olhei para os olhos do KG e vi que a última coisa que ele queria fazer era falar com a mídia. Rondo não estava intenso, mas parecia estar com pressa. Vendo isso, eu não sabia se os Celtics iam vencer, porém sabia que a concentração não faltaria pro jogo de ontem a noite.

Kevin Garnett sempre jogo com muita emoção.

Tive o prazer de falar um pouco com o Glen Davis, e consegui pegar uma sonora rápida pra mandar pro Abre Jogo da ESPN (aqui eu estou trabalhando de blogger, cinegrafista, e repórter). Nate Robinson deixou bem claro que não conversaria com ninguém e ficou escovando sua cabeça (ele quase não tem cabelo, foi engraçado) e cantando rap. Eu admito que não esperava que esses dois seriam cruciais para a vitória do Boston.

Nate Robinson e Glen Davis no podium depois do jogo

O jogo começou e o torcedor estava faminto. Queria, de qualquer jeito, essa vitória em cima do arqui rival. Em momento algum, os fanáticos deixaram de vibrar. Cada lance tinha um grito de “Yessssss” ou “ahhhhhh”. Os três primeiros quartos foram marcados pelo nervosismo. As duas equipes defenderam muito bem. O jogo foi extremamente físico, algo pra se esperar considerando o desespero do Boston. Parecia que os Lakers tinham o talento (Kobe Bryant acertou 6 bolas de três e terminou com 33 pontos) e o Boston Celtics a raça e a vontade. “Eles conseguiram pontos com sua energia, sua dedicação, converteram pontos quando tiveram uma segunda oportunidade no ataque, ganharam a batalha no garrafão, e chegaram em todas as bolas. Foi assim que viraram o jogo,” disse Bryant. Os Celtics anotaram 54 pontos no garrafão contra apenas 34 dos Lakers. Boston conseguiu 16 rebotes ofensivos e os Lakers 8. Boston também correu mais que Los Angeles anotando 15 pontos no contra-ataque, enquanto L.A. anotou 2. “Muito do que fizemos hoje não estava no plano de jogo (scouting report). Foi a vontade e determinação e abraçamos o momento,” conta Glen Davis, que anotou 18 pontos.

Glen Davis indo pra cesta.

Mesmo vencendo a batalha física parecia obvio que os Celtics teriam que arremessar melhor de quadra pra conseguir a vitória. Nos três primeiros quartos a equipe teve um aproveitamento de perto de apenas 40% . Os Lakers estavam sufocando os titulares do Boston e Kobe estava começando a pegar fogo (foram 3 bolas de 3 no finalzinho do terceiro quarto). Ray Allen anotou apenas 8 pontos nos três primeiros quartos. Depois de marcar 10 pontos no primeiro, Paul Pierce somou dois pontos nos quartos dois e três. Kevin Garnett também não estava bem, acertando apenas 5 de 13 bolas nos três períodos iniciais. Boston precisava de mais ataque e Doc Rivers decidiu investir no banco.

Titulares dos Celtics vibrando com o trabalho do banco no quarto período.

Tony Allen, Glen Davis, Nate Robinson, Rasheed Wallace, e um titular, Ray Allen. Esse foi o grupo que venceu o jogo 4 para o Boston Celtics. “Foi a energia deles. Eu acho que em alguns momentos, isso estava faltando…Eu acho que o grupo inteiro, com o Ray, foi fantástico..” Essa turma ajudou o boston a anotar 36 pontos no último quarto. Os Celtics perdiam por dois pontos no inicio, e chegaram a abrir uma vantagem de 11 pontos no período decisivo. Glen Davis e Nate Robinson foram os protagonistas. Davis anotou 9 de seus 18 pontos no período e Robinson aproveitou seus 17 minutos em quadra pra anotar 12 pontos. “Eu me senti uma fera…Eu me senti imparável. Se um rebote estava dentro do meu alcance ou se era pra fazer uma bandeja, eu não ia ser negado,” falou Davis, mas conhecido como “Big Baby”. Tony Allen também foi chave colocando uma boa marcação no Kobe. “Eles têm uma estratégia e eles a executam muito bem. Eu me sinto bem (enfrentando a defesa do Boston). Não fiquei feliz com o jeito que cuidei da bola hoje. Fiz um péssimo trabalho neste aspecto. Mas a defesa deles é ótima,” desabafou Bryant. Os Celtics venceram o quarto período por 36 a 27 com KG, Rondo, Pierce, e Perkins ficando fora de quadra por 9 dos 12 minutos.

Allen e Bryant na batalha pela bola.

Depois do jogo, Nate Robinson e Glen Davis foram convidados pra sentar no podium e falar com a imprensa. Sorridentes e brincalhões eles lembraram uma joga chave da partida. Glen Davis conseguiu uma cesta e o pequeno Nate Robinson veio e pulou nas costas de Davis, que pesa perto de 130 quilos. “Você estava nas minhas costas,” perguntou Davis. “Você nem percebeu. Eramos como ‘Shrek’ e ‘Donkey’. Não tem como nos separar,” respondeu Robinson. Depois dessa, Davis olhou para os jornalistas e falou, “vocês não deveriam ter nos deixado subir aqui.” Um momento muito engraçado, num dia muito feliz pro torcedor dos Celtics.

Glen Davis e Nate Robinson vibrando muito.

Glen Davis e Nate Robinson vibrando muito.

A série agora está empatada e muito equilibrada. Fica difícil apontar um vencedor. Agora uma coisa é certa. Se o “Shrek” e o “Donkey” continuarem jogando bem, os Celtics estarão muito bem servidos.

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quinta-feira, 10 de junho de 2010 NBA - Basquete | 22:57

VÍDEO DA INTRODUÇÃO DE LAKERS E CELTICS.

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A qualidade não está das melhores. Eu gravei isso com a minha câmera fotográfica. Mesmo assim estou disponibilizando pra vocês conferirem. Aqui está a introdução dos titulares de hoje.

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NBA - Basquete | 21:27

BYNUM VAI TENTAR JOGAR…INFORMAÇÕES DE CELTICS X LAKERS, JOGO 4

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Phil Jackson acabou de sair de uma coletiva alguns minutos atrás e afirmou que Andrew Bynum vai tentar jogar. Segundo o treinador dos Lakers, o pivô vai jogar uns 6 ou 7 minutos no começo pra testar o seu joelho direito. Antes da série, Bynum passou por uma “drenagem” no joelho pra eliminar liquidos que estavam se acumulando. Phil disse que os médicos do clube estão fazendo um bom trabalho e que Bynum sabe dos movimentos que ele pode e não pode fazer. Ele foi bem orientado pelos médicos.

Doc Rivers, técnico dos Celtics também falou com a imprensa. Ele disse que o Rasheed Wallace está cada vez melhor das dores que anda sentindo nas costas. Boa notícia pros Celtics.

Entrei no vestiário dos Celtics pra tentar conversar com alguns atlétas mas foi difícil. Rasheed Wallace, Shelden Williams, Michael Finley, Rajon Rondo e Nate Robinson passaram por lá. Bati um papo rápido apenas com o Glenn Davis que é um brincalhão. Quando viu que eu era brasileiro, ele começou a falar em voz alta, “Anderson Silva, Anderson Silva.” Foi engraçado. Ele falou da importância de vencer o jogo, “simplesmente precisamos vencer” e da batalha nos rebotes, “precisamos vencer a batalha nos rebotes. Isso vai ser crucial.”

Nate Robinson é muitooo pequeno e meio chatinho. Ele não quis conversar com ninguém e ficou lá com phones no ouvido cantando rap em voz alta. Além disso (e isso foi engraçado) ele ficou escovando a cabeça e olhando no espelho. O problema é que ele quase não tem cabelo. Acho que ele estava querendo se ver coçando a cabeça.

Jogo começando daqui a pouco. Tenho que ir!

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