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Arquivo da Categoria NBA – Basquete

terça-feira, 31 de maio de 2011 NBA - Basquete | 20:38

POLVO PAULO PREVÊ AS FINAIS DA NBA

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A hora chegou, a espera acabou.  Daqui a pouco o Dallas Mavericks e Miami Heat entram em combate no jogo 1 das Finais da NBA.  Dirk Nowitzki ou Dwayne Wade? Jason Kidd ou Lebron James?  Quem se consagrará campeão e deixará sua marca na história do melhor basquete do mundo?  Os Mavericks com toda experiência ou o Miami Heat e toda sua velocidade?  Vai ser interessante e o Polvo Paulo está aqui para prever o campeão da NBA.

Andei conversando com o Polvo Paul e ele me disse estar intrigado com vários aspectos dos dois times.  O Miami Heat é um time que não cansa.  Velocidade e muita disposição.  Lebron James jogou 45 minutos por jogo na última serie contra o Chicago e o fôlego dele é impressionante.  Não é por acaso que o Miami Heat tem sido espetacular nos últimos minutos de jogos nesses playoffs.  Eu sei que o Dallas também teve grandes viradas contra o Thunder e mostrou muita compostura na série contra os Lakers, mas eu sinceramente acho que o pique que Miami tem mostrado nos minutos finais pode complicar a vida do Dallas Mavericks.  E outra, a defesa do Miami é muito superior a dos oponentes que Dallas enfrentou até agora.  Se Miami abrir uma boa vantagem no quarto período Dallas terá problemas pra virar.

Os Mavericks venceram pelo menos 50 jogos pela décima primeira temporada seguida.  Depois de perder para o Heat nas Finais de 2006 (fator vingança em jogo, baby) Dallas ganhou apenas uma série de playoffs antes do sucesso desse ano.  O time já passou por muita coisa e tem muita experiência.  Os holofotes das Finais não assustarão os veteranos dos Mavs.  No outro lado, o Miami Heat é o time mais analisado e examinado dos últimos tempos.  Para Lebron, especialmente, jogar no Heat tem sido como estar preso dentro de uma panela de pressão.  Por ter 3 super estrelas a pressão toda está em cima do Heat.  Isso pode ser um fator pra ficarmos de olho.

3 chaves pra cada time

Mavericks

1. A bola de 3 precisa funcionar

Os Mavericks não vão ganhar de Dwayne Wade ou Lebron James no drible.  Vai ter que ser no perímetro.  Stojakovic, Jason Terry, Nowitzki e Kidd são capazes de meter muitas bolas de 3.  Dallas vai precisar de umas oito por jogo.

2. Dirk precisa dominar

Dirk Daddy precisa mostrar quem é o cara.  Ele foi incrível contra o Thunder e terá de ser de novo.  Ninguém é capaz de marcar o alemão de “2´13”. Se ele se posicionar e receber a bola perto do garrafão ele vai poder o usar seu ‘fadeaway’ na cara de qualquer jogador do Heat.

3. Tyson Chandler precisa ficar longe das faltas

O Heat adora levar a bola pra cesta e o único jogador dentro do garrafão que consegue realmente alterar os chutes de Wade e James é o Tyson Chandler.  Dirk é grande mas não tem a habilidade atlética pra atrapalhar muito. Os Mavs vão precisar de muitos minutos do Chandler e pra isso acontecer ele terá de ficar longe das faltas.

Heat

1.  Correr, correr, correr.

Todo mundo acha que os Mavericks fizeram um bom trabalho contra a velocidade do OKC Thunder na série passada.  Mas o fato é que isso aconteceu em alguns momentos apenas.  O Thunder anotou 112 pontos no jogo 1 (derrota) por exemplo.  Wade e James são imparáveis no jogo de transição.  Jason Kidd, J.Terry, Stevenson e Shawn Marion são bem menos atléticos que essa dupla.

2. Defender bem o perímetro.

Até agora ninguém conseguiu fazer isso.  Wade e James são dois defensores espetaculares.  Wade dominou Ray Allen, o melhor arremessador do mundo, na série contra os Celtics. Na briga contra os Bulls, Kyle Korver, especialista em bolas de 3 não conseguiu engrenar.  Esse trabalho defensivo será de fundamental importância contra Dallas.

3. Jogar solto

Esse time tem dois dos 3 melhores jogadores do nosso planeta.  Miami perde se jogar nervoso, com a obrigação de vencer.  Dwayne Wade, Chris Bosh e Lebron James estão numa sintonia bonita.  No início do ano cada um assistia enquanto o outro estava com a bola.  Agora, eles estão entrosados e se divertindo em quadra.  Se Miami não mudar nada, vai ganhar.

Previsão do Polvo Paulo:

Hello, Polvo Paul dear.

Miami Heat em 6 jogos!

E você, acha que vai dar quem e POR QUÊ?

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terça-feira, 26 de abril de 2011 NBA - Basquete | 18:19

MEU ENCONTRO COM “RAY ALLEN” NO SHOPPING IGUATEMI EM SAO PAULO

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Um dia depois de encestar 8 bolas de três pontos contra o New York Knicks, Ray Allen estava servindo bolas de sorvetes nesse último domingo em Sao Paulo.  Pelo menos essa foi minha primeira impressão ao ver um moço muito parecido com o astro do Boston Celtics.   Alex (funicionário de uma sorveteria do shopping) me lembrou muito o Ray Allen.

Depois de sentar e devorar meu sundae pedi para tirar algumas fotos do rapaz (que nunca tinha ouvido falar do Ray- Ray).  Alex foi muito simpático  e o momento foi divertido.  Coloquei o rosto dos dois lado a lado pra você fazer sua análise.  Será que Ray Allen tem um filho brasileiro?? hummmmm…

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E aí, é parecido mesmo??

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segunda-feira, 25 de abril de 2011 NBA - Basquete | 03:25

VOCÊ SABIA? CURIOSIDADES DOS JOGOS DE DOMINGO NA NBA

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Nesse domingo tivemos algumas surpresas nos playoffs da NBA.  Os 76ers anotaram os últimos 10 pontos e evitaram a varrida contra o Heat.  Os Hornets empataram a série contra o atual campeão L.A Lakers com mais uma performance excepcional do Chris Paul.  Em Nova York, os Celtics varreram os Knicks e os Hawks estão a uma vitória da segunda rodada depois de bater o Magic.  Aqui estão algumas curiosidades interessante de cada partida.

Celtics 101, Knicks 89 (4-0 Boston)

1. Sweep dreams! Essa é a primeira varrida dos Celtics desde a temporada de 1992.  Naquele ano, Larry Bird, Kevin Mchale e Robert Parrish levaram os Celtics a três vitórias seguidas em cima do Indiana Pacers de Reggie Miller.

2. Ainda bem que tem os Yankees em Nova York.  Os Knicks não vencem um jogo de playoff desde 2001.

3. Oh my Goodness, Ray-Ray! Ray Allen acertou 17 de 25 bolas de três pontos na série (68%!!!!!).  Em bolas de dois, o veterano acertou  14 de 28 (50%).

Hornets 93, Lakers 88 (2-2)

1. Zerado nos 24 minutos iniciais. Kobe Bryant não pontuou no primeiro tempo do jogo 4.   Isso não acontecia desde 2004.

2.  Finalmente! A pimentinha Chris Paul conseguiu seu primeiro triple double da temporada.  O armador anotou 27 pontos, 15 assistências e 13 rebotes.

3. Mais um recorde para o melhor do mundo.  Kobe Bryant marcou 7 lances livres e agora tem 1.216 em sua carreira nos playoffs, um recorde dos Lakers.  Jerry West fica na segunda posição com 1.213.

Hawks 88, Magic 85 (3-1 Hawks)

1. Jamal Crawford continua arrebentando.  O jogador anotou 25 pontos na partida 4 e tem uma média de 24,7 pontos por jogo na série.  Essa média representa a segunda melhor por um reserva numa pós-temporada na história dos playoffs.

2. Sem mágica da linha dos três pontos.  O Magic acertou apenas 2 de 23 bolas (8,7%) de trás do arco.  Entre times que arremessaram pelo menos 20 bolas de três num jogo de playoffs, esse é o pior aproveitamento dos últimos 20 anos.


76ers 86, Heat 82 (Heat 3-1)

1. Quando o jogo esquenta o Heat esfria.  O Miami foi o pior time da NBA durante a temporada regular quando o jogo estava empatado ou o time perdia por até três pontos faltando 10 ou menos segundos.  O Heat acertou apenas uma bola em 18 oportunidades nessas situações.  No jogo 4 contra os Sixers, Lebron James continuou a má fase, errando um arremesso nos segundos finais. 1 de 19!

2.  Fazia tempo, heim Dougy boy? Essa foi a primeira vitória do técnico dos Sixers Doug Collins num jogo de pós-temporada desde 1996-97 quando treinava o Detroit Pistons.

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domingo, 24 de abril de 2011 NBA - Basquete | 16:25

STOUDEMIRE JOGA; BILLUPS E SHAQ CONTINUAM FORA

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Ele está longe de saudável mas Amare Stoudemire vai jogar o jogo 4 dos playoffs da NBA contra o Boston Celtics.  Os Knicks estão tentando sobreviver na série depois de perder os três primeiros jogos.  Amare machucou as costas durante o aquecimento do jogo 2 e estava obviamente atuando no sacrifício na partida 3.  Os Knicks perderam o jogo por 113 a 96 e o atleta anotou apenas 7 pontos em 32 minutos.

Chauncey Billups continua fora para o NYK e o pivô dos Celtics, Shaquille O’Neal também não joga.  Os Celtics buscam a primeira varrida numa série de playoffs desde 1992 (3 a 0 em cima dos Pacers).  Os Knicks buscam sua primeira vitória num jogo de pós-temporada desde 2001.  O jogo começa as 16h30, horário de Brasília.

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terça-feira, 29 de março de 2011 NBA - Basquete | 01:02

SHAQUILLE O’NEAL PRECISA VOLTAR LOGO!!

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O negócio está bem feio lá em Boston.  Os Celtics estão numa fase que começa a preocupar o torcedor.  O time está perdendo para times fracos (Charlotte, Memphis, Indiana) e está prestes a cair para a terceira posição na classificação da Conferência Leste.  Várias coisas estão acontecendo.

Primeiro, Rajon Rondo vive uma fase ruim.  O excelente armador do Boston Celtics está de mal com o aro e não consegue acertar nada.  O numero de assistências também está bem mais baixo do que no começo da temporada.  Uma luz no final do túnel?  Rondo anotou 22 pontos no último jogo contra os Pacers.  Ele precisa ser a diferença pra Boston ir pra frente.

Segundo, os novos reforços não estão ajudando muito e Boston está sendo massacrado na tabela.  Quando eu falei que a troca envolvendo Kendrick Perkins foi produtiva para os Celtics (eu ainda acho), eu esperava que Shaquille O’Neal e Jermaine O’Neal voltariam de contusão pra ajudar o time.  Mas eles não voltam!!!!  Falta pouco mais de um mês para o início da pós-temporada e Boston ainda está sem um pivô titular.  Nenad Kristic não é um grande defensor e nem reboteador.  Os Celtics vão perder na segunda rodada se Shaquille O’Neal não voltar.  O que aconteceu hoje contra Indiana foi uma tragédia.  Boston acertou 55% dos arremessos de quadra e perdeu.  Duas palavras: rebotes e defesa!!  Boston não defendeu e agarrou apenas 29 rebotes (Indiana 36).  Isso é inaceitável.  Volto a dizer que gostei da troca pois acho que Jeff Green vai ajudar bastante, não só esse ano mas por muitas temporadas quando ele conseguir se incorporar mais no time, e Nenad Kristic é um bom reserva.  Contudo, Boston precisa da volta do Shaq.  Ele pega rebotes e defende e é a presença que os Celts precisam no garrafão.  Os médicos falam que ele deve voltar no dia primeiro de abril.  A notícia ruim é que o inchaço no tendão de Aquiles não passa.  Isso é muito preocupante.

A química entre os jogadores é algo muito importante no esporte.  O ambiente de trabalho é crucial e recentemente um dos caras mais calmos e respeitados do time, Ray Allen, falou algo que me deixou preocupado.  Ele falou que não queria dar desculpas mas que o time está tendo dificuldades de incorporar as novas aquisições.  Isso é péssimo e espero que Boston não esteja tendo problemas extra quadra com esses jogdores.  Se esse for o caso acho difícil Boston vencer com esse grupo.  Se for um problema entre as 4 linhas, eu acho que ainda da tempo pra chegar bem nos playoffs.  Faltam 10 jogos para o fim da temporada e parece que os Celtics estão enfrentando problemas que alguns times enfrentam na pré-temporada.  Carlos Arroyo, Sasha Pavlovic, Nenad Kristic, Jeff Green e Troy Murphy, quase metade do time foi contratado esse mês.  Nem o melhor técnico do mundo consegue lidar com tantas mudanças em pouco tempo.  Vamos ver se Doc Rivers acha a formula certa antes do início dos playoffs.  Eu não culpo o General Manager Danny Ainge, pois os Celtics têm lidado com muitas contusões.  Alem do Shaq e Jermaine, Delonte West e Marquis Daniels (que foi trocado) perderam grande parte da temporada.  Ainge repôs do jeito que ele achou melhor e acho que fez o que pôde.

No ano passado, os Celtics jogaram de forma medíocre nos últimos 20 jogos da temporada.  Todos estavam preocupados e Boston acabou mudando da água pro vinho nos playoffs.  Eu acho um absurdo depender dessa formula de novo, mas acho que ela pode se repetir, mas só com o Shaquille O’Neal.  A volta dele é o batimento cardíaco do Boston em 2011.  Perguntaram pro Rajon Rondo se ele achava importante terminar em primeiro lugar na confêrencia.  O armador do Boston respondeu que só queria chegar nos playoffs saudável.  Eu concordo!  Os Celtics têm a capacidade de vencer Chicago e Miami fora de casa.  Eles são os atuais campeões da conferência e têm experiência de sobra.  O uniforme verde é quase tão forte quanto o branco.  Boston é um time de alma, garra e coração.  Não é um barulho ensurdecedor de uma arena que vai balançar esse grupo.  Tenho certeza que o time pode se dar bem nos playoffs e até vencer o título.  Mas, isso só vai acontecer com a volta do Shaq e uma defesa mais forte no garrafão.

Com o Shaq voltando, Kristic voltaria ao banco e jogaria sob menos pressão.  Delonte West vem melhorando, Glenn Davis ta jogando bem e tenho certeza que Jeff Green vai estar mais confortável quando chegar a pós-temporada.  Com o quarteto mágico, isso formaria uma rotação de 9 jogadores.  Carlos Arroyo, Pavlovic e Murphy ficariam no banco e o problema de “química”diminuiria bastante.  Boston não vai precisar de 12 jogadores nos playoffs.  Se esses nove estiverem bem e saudáveis eu não vejo porque os Celtics não podem chegar as Finais.  Agora, vamos ver se o Shaq vai voltar bem.  Isso será determinante.

E aí? Boston consegue superar os Bulls?  Os Celtics têm gasolina suficiente no tanque pra chegar as Finais de novo?

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 MLB - Beisebol, NBA - Basquete | 19:04

VOCÊ SABIA? COISAS INTERESSANTES DO ESPORTE QUE ACONTECERAM NO DIA 28 DE FEVEREIRO

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Todo dia tem coisas interessantes acontecendo no mundo do esporte.  O dia 28 de fevereiro também faz parte dessa história.  Aqui estão algumas personagens que fizeram algo significativo nesse dia!

Wilt Chamberlain

Ninguém pode negar que Wilt Chamberlain foi um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos.  Enterradas, tocos, habilidade atlética e força física, “Wilt the Stilt” parecia estar anos luz na frente de sua geração.  O único jogador a chegar a 100 pontos numa partida, Chamberlain foi eleito o MVP da liga 4 vezes e ganhou dois títulos.  Muitos lembram apenas do estrago que fez vestindo a camisa dos Lakers, mas ele também emocionou torcidas vestindo as camisas dos Warriors e 76ers.   Wilt jogou nos Sixers de 65 a 68 e foi no DIA 28 DE FEVEREIRO DE 1967 que ele conseguiu um recorde que vai demorar muitooooooooooooooooo tempo pra ser quebrado.  (Eu sinceramente acho que ele nunca será alcançado).  Foi nesse dia que ele alcançou a marca de 35 tentativas seguidas sem errar um arremesso de quadra. A sequência começou no dia 17 e alcançou 35 onze dias depois.  O Interessante, é que no dia 24 Wilt acertou os 18 arremessos que tentou num jogo contra o Baltimore Bullets.  Nenhum outro jogador da história da NBA tentou tantos arremessos sem errar pelo menos um na mesma partida.

Calvin Murphy

Ele tinha apenas 1´75, mas Calvin Murphy era uma pimentinha. Colocar Calvin Murphy na linha do lance livre não era exatamente uma boa ideia.  O armador se sentia em casa quando o assunto era “free throw”.   Só pra você ter uma ideia, Murphy errou apenas 9 lances livres na temporada inteira de 1980-81.  (O Shaquille O´Neal poderia bater um papo com ele, né?)  Murphy, que está no Hall da Fama encerrou aquela campanha com um aproveitamento de 95,8%, a segundo melhor da história da NBA.  Murphy ficou quase dois meses sem errar um lance livre e no DIA 28 DE FEVEIRO DE 1981 ele alcançou a marca de 78 seguidos, um recorde na época.  Esse recorde durou 12 anos e só foi quebrado por Michael Williams em 1993 (Williams acertou 84 seguidos durante a temporada de 93-94).

Don Mattingly

Don Mattingly é um dos grandes jogadores da história dos Yankees, o time mais vencedor da história dos esportes americanos.  O atleta jogou por 14 temporadas (1982-1995) e ganhou 9 luvas de ouro, um prêmio de MVP e foi eleito ao jogo das estrelas seis vezes.  O azar, foi que o atleta pegou a pior fase da história do clube.  Os Yankees têm 27 títulos mas no período em que Mattingly atuou, o time foi aos playoffs apenas uma vez, em 1995.  Mesmo nunca tendo levantado o troféu de campeão, Mattingly carregou a honra de ser o décimo capitão da história do time.  Ele foi homenageado no dia 28 DE FEVEREIRO DE 1991.  O décimo primeiro capitão dos Yankees se chama Derek Jeter.  Ótima companhia!

E aí, qual é o seu dia favorito na história dos esportes??

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 NBA - Basquete | 18:43

CELTICS FAZEM UMA EXCELENTE TROCA COM O THUNDER

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Jeff Green está de volta com os Celtics

Antes de analisar essa troca gostaria de falar que conheço o general manager do Oklahoma City Thunder, Sam Presti.  Estudei com ele na Emerson College em Boston.  Sam era o capitão do time de basquete e era a figura mais respeitada do time.  Eu treinei com o grupo por um mês antes de desistir parar para ir jogar beisebol.  Eu lembro das nossas conversas sobre os Red Sox e Celtics.  Sam era fã dos dois times e ele tem sido um peça crucial para o sucesso dos Celtics.  Eu explico por quê.

Em 2007, os Celtics estavam atrás de Kevin Garnett.  Kevin Mchale (general manager do Timberwolves na época e ex-jogador dos Celtics) estava negociando com o Boston.  Garnett não queria ir para os Celtics, equipe que teve a pior campanha da liga em 2006-2007.  Tudo mudou depois do draft.  Os Celtics fizeram uma troca com o Seattle Supersonics (hoje, o Thunder) do general manager Sam Presti.  Boston mandou Jeff Green (seleção do time no draft) e recebeu o veterano Ray Allen.  Isso fez com que Kevin Garnett mudasse de ideia e aceitasse a troca para os Celtics!  Sem a troca do Allen, Boston provavelmente ainda estaria lá em baixo.  Thank you Sam Presti!

Agora, o torcedor dos Celtics fala “muito obrigado” de novo.  Os Celtics receberam uma estrela em acensão em mais uma troca com o time de Sam Presti.  Adivinha quem é?  Jeff Green!  Ele está de volta.  Green e sua média de mais de 15,2 pontos por jogo agora vestem verde e branco.  Eu não sei direito o que Presti estava pensando quando puxou o gatilho nessa troca.  O Thunder vai receber o bom defensor e reboteador, Kendrick Perkins, e o reserva, Nate Robinson.  O Thunder estava precisa de uma presença forte no meio e Perk traz isso, mas mesmo assim.  Além de Green, Boston recebe o pivô Nenad Krstic (7,6 pontos e 4,4 rebotes por jogo).  Green tem apenas 24 anos e é tudo que Boston precisava.  Um jogador jovem que pode ajudar a equipe agora e ainda tem um futuro promissor.  Além do presente, Boston precisa pensar no “amanhã” pois Garnett, Pierce e Allen estão no final de suas carreiras.  Green se encaixa perfeitamente nos planos dos Celtics.  Ele será o reserva de Paul Pierce e deve jogar perto de 15-20 minutos por partida.  Com uma altura de 2´06 ele pode atuar de ala ou ala-pivô.  Vai ser interessante.

Perkins, é um excelente defensor mas jogou pouco esse ano e vem de uma contusão grave no joelho.  Como que Presti pôde arriscar dispensar um jovem talento para adquirir um atleta que vem de romper o ligamento cruzado anterior?  Robinson, chega pra ser o reserva do Russell Westbrook e traz energia pro time.  Ele é rápido e arremessa bem, mas também não é grande coisa.

Eu acho que com a aquisição de Krstic e se Shaquille O´neal conseguir ficar saudável, os Celtics vão suprir a perda de Perkins.  Boston está pegando um jogador que tem a capacidade de ser bom por muitos anos.  Eu coço a cabeça porque eu achava que o Thunder estava montando seu time envolta de Russell Westbrook, Kevin Durant e Jeff Green.  O time estava com 36 vitórias e 20 derrotas.  Tava tudo dando certo!  Agora, Sam Presti foi mexer no time e, na minha opinião, vez uma péssima troca fraca.  Os Celtics agradecem.

O que acham?  Existe algum torcedor do Thunder que tenha gostado dessa troca?

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 NBA - Basquete | 20:54

MELO VAI MELAR EM NOVA YORK? EU ACHO QUE NÃO

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Carmelo Anthony agora é jogador dos Knicks

Como é bom ser persistente, não é mesmo Carmelo Anthony?  O ex-jogador do Denver Nuggets finalmente recebeu o que cobiçava: uma troca para o New York Knickerbockers.  A transação não é nem um pouco surpreendente.  Afinal, Carmelo recusou uma oferta do Denver de 3 anos 65 milhões de dólares durante a inter temporada.  Todos sabiam que ele não estava mais feliz nos Nuggets.  O jogador queria a cidade grande e os holofotes, e agora terá sua oportunidade de brilhar no maior mercado dos Estados Unidos.

Wilson Chandler (21), Danilo Gallinari (8) e Raymond Felton (2) são três bons reforços para os Nuggets

Os dois times saíram ganhando.  Os Nuggets receberam Raymond Felton, Danilo Gallinari, Wilson Chandler, Timofey Mozgov e a primeira escolha dos Knicks no draft de 2014.  Felton, Gallinari e Chandler exerceram papéis importantes nos Knicks, especialmente o Felton.  O armador vive sua melhor temporada na NBA e arrisco dizer que ele está mostrando que merece ser mencionado entre os 10 melhores da liga em sua posição.  Felton teve médias de 17,1 pontos e 9 assistências, Gallinari 15,9 pontos e Chandler 16,4.  Não há dúvida que NYK sacrificou bastante pra receber Carmelo.  Também não fica a dúvida que Denver fez uma boa troca.  Melo já estava no último ano de contrato e poderia andar depois dessa temporada.  Com esses três atletas, Denver ainda é bastante relevante na batalha na Conferência Oeste e ainda tem a oportunidade de se melhorar no draft.

Junto com Melo, vêm Chauncey Billups, Anthony Carter, Sheldon Williams e Renaldo Balkman.  Além do Carmelo, a peça importante aqui é o Billups.  Admito que estou ansiosíssimo para vê-lo trabalhar com Anthony e Amare Stoudemire (um all-star que está detonando nessa temporada).  Não podemos nos esquecer o que aconteceu com os Pistons em 2008 quando a equipe decidiu trocar  Billups.   Os Pistons foram de um dos melhores da liga para o abismo da NBA.  Chauncey é um veterano que sabe jogar e tem muita experiência nos playoffs.  É por isso que os Knicks não hesitaram em trocar Raymond Felton.

Finalmente a batalha na Conferência Leste será interessante

Eu não acho que os Knicks conseguem vencer os Celtics ou Heat com ou sem Carmelo.  Vai precisar de bastante Melo e mais um pouco de chocolate pra vencer um desses dois gigantes.  O que posso falar é que o negócio fica, pelo menos, bem mais divertido.  Hoje a Leste tem 6 times fortes.  Os Bulls estão pegando fogo.  Os Hawks sempre assustam com Joe Johnson e cia.  O Orlando Magic de Dwight Howard, O trio fantástico de Miami e o quarteto mágico dos Celtics: essa conferência está alcançando a oeste.

Hoje, eu acho que New York tem condições de vencer uma série nos playoffs.  Ainda não vejo o time passando de Chicago, Boston ou Miami, mas eu não deixaria de ver um desses  possíveis confrontos caso acontecesse.

O que Melo traz pra NYK

Um coisa que eu sei que ele traz é a impossibilidade de conseguir um ingresso para um jogo dos Knicks.  O torcedor está doente pra ter um time vencedor em NY (Knicks não vão aos playoffs desde 2004).  A diretoria correspondeu às expectativas com a contratação de Melo, e agora os ingressos serão bastante disputados.  Os cambistas vão poder comprar apartamentos luxuosos na Broadway antes do próximo Natal.  É sério.

Melo é simplesmente uma máquina ofensiva.  Ele sabe pontuar de todas as formas, e com o ataque aberto do técnico Mike D´Antoni, não me surpreenderia se conseguisse média de 25 pontos por partida com os Knicks.  Melo não é o melhor distribuindo a bola e de vez em quando o ego dele atrapalha.   As vezes, a única coisa que ele enxerga em quadra é a cesta.  Isso pode ser problema.  Vamos ver como ele opera com o Stoudemire e Billups, e também vamos ficar de olho no lado psicológico da coisa.  Muitos jogadores ACHAM que querem jogar na cidade grande, mas depois não conseguem lidar com a mídia e a cobrança da torcida.  Nova York é bem diferente de Denver.  É preciso ter pele grossa pra jogar em NY.

Destaque Final

Só queria destacar que fico um pouco triste com essa movimentação das super estrelas na NBA.  Lebron James, Amare Stoudemire, Carmelo Anthony, etc.  não têm nenhuma lealdade aos times que os draftaram e aos fãs que os reverenciavam.  Antigamente, a “super estrela” de cada time ficava e era o símbolo da franquia por muitos anos.  Hoje não tem mais isso.  Os Cavaliers pareciam estar bem encaminhados depois de selecionar Lebron James no draft.  Os Suns pensavam que Stoudemire e Nash formariam uma dupla de respeito por muitos e muitos anos.  O torcedor dos Nuggets acreditava nas possibilidades de chegar longe com um jogador como Carmelo Anthony.  Infelizmente, nada disso vai acontecer.  Talvez eu seja um pouco antiquado, mas eu ainda sinto fala dos grandes ídolos que representavam a NBA.

E você, gostou da troca?  Melo leva os Knicks longe nos playoffs? O que acham?

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sábado, 1 de janeiro de 2011 MLB - Beisebol, NBA - Basquete, NFL - Futebol Americano, NHL - Hóquei | 23:28

EVENTOS E PERSONAGENS QUE EMOCIONARAM EM 2010

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Antes de mais nada, eu queria desejar a todos um Feliz Ano Novo.  Espero que 2011 seja o melhor ano de nossas vidas e que nossos objetivos se realizem.

2010 foi um ano especial no mundo dos esportes americanos.  Muitas coisas aconteceram na NHL, NBA, NFL e MLB.  Vários personagens se destacaram e hoje eu gostaria de compartilhar os meus 7 momentos mais marcantes do ano que passou.

7. A MLB vê dois jogos perfeitos e lamenta outro que foi pro ralo

Jim Joyce emocionado.

Além de “no-hitters” de Ubaldo Jimenez, Matt Garza e Edwin Jackson dois arremessadores alcançaram a performance perfeita.  Dallas Braden, um jogador basicamente desconhecido do Oakland A´s, teve seu momento auge no Dia das Mães, enquanto Roy Halladay do Philadelphia Phillies conseguiu o feito algumas semanas depois no dia 29 de maio.  Essa foi a primeira vez desde 1880 que dois jogos perfeitos aconteceram na mesma temporada.

Mesmo assim, o torcedor lamenta um “perfect game” que não aconteceu.  Quatro dias depois do feito de Halladay, Armando Galarraga do Detroit Tigers estava a uma eliminação de atingir o vigésimo primeiro perfect game da história da MLB quando deu um azar danado.  Jason Donald (jogador do Cleveland Indians) bateu uma bola de rotina que não saiu do infield, e  foi claramente eliminado.  Jim Joyce, umpire da MLB desde 1989, viu algo diferente.  Ele marcou “salvo” e o perfect game foi pro ralo.  No dia seguinte, Jim Joyce (que admitiu o erro) teve um momento com Galarraga e se emocionou.

6. Roy Halladay lança o segundo “no-hitter” da história dos playoffs da MLB.


Roy Halladay completa uma temporada incrível com um “no-hitter” nos playoffs.  Enfrentando o melhor ataque da Liga Nacional, Halladay estava imbatível no dia 6 de outubro.  Apenas um jogador do Cincinnati Reds (Jay Bruce) chegou em base naquela noite memorável.   Hallady estava participando da pós-temporada pela primeira vez em sua carreira de 13 temporadas.  O único outro jogador a conseguir um “no-hitter” nos playoffs foi Don Larsen dos Yankees, que arremessou um jogo perfeito na World Series de 1956 contra os Dodgers.

5. Philadelphia Flyers se torna o terceiro time da história da NHL a vencer uma série depois de perder as três primeiras partidas


Poucos esperavam uma reação do Philadelphia Flyers depois que a equipe perdeu 3 seguidos nas semifinais da conferência Leste contra o Boston Bruins.  Afinal, apenas 2 times (o Toronto Maple Leafs em 1941-42 e  New York Islanders em 1974-75) haviam vencido uma série depois de encarar um buraco de 3 jogos a 0.  Os Flyers não desistiram e venceram os jogos 4,5 e 6.  Na sétima partida, Boston abriu uma vantagem de 3 a 0.  Mesmo jogando fora de casa, Philadelphia não se entregou e venceu o jogo e a série por 4 a 3. Incrível!

4. Michael Vick dá a volta por cima e tem a melhor temporada da carreira


Depois de ficar 18 meses na prisão por torturar e executar cachorros Michael Vick deu a volta por cima em 2010.  Vick começou o ano no banco mas ganhou sua chance como titular depois de uma contusão sofrida por Kevin Kolb no primeiro jogo da temporada.  Com passes e corridas incríveis, Vick tem eletrizado a NFL e é candidato a vencer o prêmio de MVP.  No ano passado, Vick esquentou o banco atrás de Donovan Mcnabb.  Agora, ele tem se mostrado uma pessoa bem mais responsável, dedicada e determinada a mostrar que ele ainda tem muita gasolina no tanque. Fora de campo, ele tem participado de projetos sociais e demonstrado remorso por tudo que vez.

3. Josh Hamilton vence o prêmio de MVP da Liga Americana


É sempre legal testemunhar a batalha, determinação e vontade de vencer de uma pessoa atormentada por uso de drogas e álcool.  Essa é a história de Josh Hamilton, outfielder do Texas Rangers.  É difícil não ficar emocionado com a história desse rapaz.  Ele foi o primeiro jogador draftado em 1999.  Infelizmente, a vida do jovem atleta tomou um rumo para a pior e ele enfrentou os demônios de cocaína e álcool, por vários anos.  A carreira do jogador não ia pra frente e ele  quase abandonou o esporte, ficando longe dos gramados entre 2004 e 2006.  Em 2007, Hamilton superou as drogas e estreou na MLB.  A volta foi coroada em 2010.  Hamilton foi eleito o melhor jogador da Liga Americana.  Ele terminou com o melhor aproveitamento da MLB (35,9%), e levou o Texas Rangers à World Series pela primeira vez na história da franquia.  Ah, quase esqueci.  Hamilton também foi eleito o MVP da Final da Liga Americana. Parabéns!!

2. Três times acabam com secas e levantam o troféu de campeão

O ano foi lindo para New Orleans Saints, Chicago Blackhawks e San Francisco Giants.  Se você tivesse apostado 10 dólares, em Las Vegas, que esses três times venceriam títulos em 2010, você não teria que trabalhar mais um dia na vida.  Estaria rico!

Os Saints (que existem desde 1967) venceram o Super Bowl pela primeira vez.  O ponto de exclamação foi uma interceptação de Tracy Porter retornada 75 jardas para touchdown nos minutos finais.  New Orleans venceu Indianapolis por 31 a 17.

As ruas de Chicago estavam em êxtase depois do título do Chicago Blackhawks em junho do ano passado.  O grito estava preso na garganta desde 1961.  Nenhum time da NHL estava tanto tempo sem ganhar uma Stanley Cup!  Os Blackhawks venceram o Philadelphia Flyers por 4 jogos a 2.

1954 foi um ótimo ano para o New York Giants que comemorou seu último título em Nova York antes de se mudar para São Francisco.  56 anos depois, a franquia voltou a levantar o troféu de campeão, dessa vez como “San Francisco Giants”.  Os Giants não eram considerados favoritos ao titulo antes da temporada e surpreenderam muita gente.  A equipe derrubou o Texas Rangers na World Series por 4 jogos a 1.

1. Lebron James abandona o Cleveland Cavaliers e leva seus “talentos à South Beach”


Essa foi boa.  No dia 8 de julho, torcedores de Chicago Bulls, Cleveland Cavaliers, Miami Heat e New York Knicks estavam ligadíssimos na frente da televisão para “A Decisão”.   Lebron James estava prestes a anunciar para qual time ele jogaria em 2010 num programa especial da ESPN nos Estados Unidos.  Minutos depois das 22h, horário de Brasília, James declarou: “nesse outono eu levarei meus talentos para South Beach e me juntarei ao Miami Heat.”

Lebron foi muito criticado por ter anunciado sua decisão na televisão.  Torcedores em Cleveland queimavam a camisa 23 dele, enquanto o dono do time, Dan Gilbert, abertamente criticou o ex-líder de sua equipe chamando o  de “traíra” e “covarde”.

O Miami formou um trio mágico com James, Dwayne Wade e Chris Bosh e é considerado um dos grandes favoritos ao título esse ano.  O Cleveland Cavaliers passa por mais uma reformulação.

E você, qual foi o seu momento favorito de 2010?

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domingo, 8 de agosto de 2010 NBA - Basquete | 22:14

UM ENCONTRO ESPECIAL COM A SELEÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETE JUVENIL NO AEROPORTO DE GUARULHOS

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Eu com os jogadores da seleção juvenil de basquete no aeroporto de Guarulhos.

Na noite desse última quarta-feira, eu estava me preparando para embarcar num voo de Guarulhos a Atlanta. Estava tudo tranquilo (cheguei na hora etc) e depois de passar pelas inspeções fui andando ao portão de embarque 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos. De repente, comecei a escutar um pessoal dando risadas atrás de mim (eu tinha acabado de passar um grupo de atletas que estavam todos vestidos com calças e moletons azuis e sabia que era algum time da seleção brasileira mas não prestei muita atenção). Fiquei desconfiado mas continuei andando, até que escutei um engraçadinho me imitando. “Não acorde o urso Manny Ramirez…Oh my God”. Olhei para trás e percebi que alguns jogadores da seleção Brasileira de basquete juvenil estavam realmente brincando comigo, pois tinham me reconhecido. Dei risada e fui bater um papo com a galera. Tiramos algumas fotos e o momento foi muito descontraído e divertido. Eu admito que em algum momento eu me senti um pequeninho em volta desses meninos de 17 e 18 anos. Tinha cada torre ao meu redor que eu vou te falar uma coisa, viu? Fiquei impressionado. As “crianças” estavam a caminho de Portland no Oregon para o torneio “Nike Global Challenge”, uma competição com 4 times americanos e um da Asia, Brasil, Canada e França. O torneio reuniu os melhores jogadores colegiais dos Estados Unidos e os melhores do mundo com até 19 anos de idade.

O jogador com quem mais troquei ideia foi o Lucas Riva Nogueira, mais conhecido como “Bebê”. Um bebê de 2´13. O bumbum do Bebê ficava na altura dos meus ombros. Situação crítica pra poder tirar uma foto com a figura. Bebê me contava de seus sonhos de jogar na NBA e de um dia poder jogar ao lado de Kobe Bryant no Los Angeles Lakers, o time favorito dele.

O "Bebê" mais alto da história.

Calhou de pegarmos o mesmo voo de Guarulhos para Atlanta e tive o prazer de sentar pertinho dos jogadores da seleção. Bebê não conseguiu dormir a viagem inteira pois não cabia na cadeira. O atleta me contou que conforto no avião só existe quando ele senta nos assentos que ficam ao lado da saída de emergência. Dessa vez, nenhum estava disponível então ele não pode esticar as pernas. Perto das 4 da madrugada levantei para pegar um salgadinho na parte de trás do avião e ele me acompanhou. Ficamos batendo papo e eu percebi que o bebê tinha que ficar sempre um pouco agachado pois o teto era muito baixo. Hello!

O técnico da seleção, Gustavo de Conti cujo assento ficava ao lado do meu no avião, me falou que Bebê tem uma média de 10 tocos por partida. Olhando na envergadura e altura da criança, eu acredito que deve ser isso mesmo. Bebê tem 18 anos e tem contrato com um time espanhol. No ano que vem, ele pretende entrar no draft da NBA.

Gustavo é outro cara muito gente boa. O treinador tem apenas 29 anos mas ja tem o respeito da molecada. Ex-jogador, Gustavo ainda gosta de bater uma bola e até participa de torneios na cidade de São Paulo. Combinamos de batermos uma bola juntos quando voltarmos dos Estados Unidos. Espero não pagar um mico!

Infelizmente, a seleção não foi muito bem no campeonato em Oregon e acabou terminando na sétima colocação.  O Brasil venceu um jogo e perdeu dois.  As duas derrotas foram para equipes dos Estados Unidos e teve placares apertados de 73 a 69 e 107 a 99.  A única vitória foi hoje contra a equipe da Ásia por 82 a 60.  Advinha quem foi o cestinha do Brasil no campeonato?  Exatamente!  Foi o Bebê, com uma média de 16 pontos por jogo.

Bebê, o novo fenômeno do Brasil? Olha esse video que vi no youtube.

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