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domingo, 17 de abril de 2011 Ligas universitárias, NFL - Futebol Americano | 04:28

UM DIA DE MUITOS CHUTES COM O KICKER BRASILEIRO, MAIKON BONANI

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Não é todo dia que você tem a oportunidade de pisar num gramado perfeito de uma universidade grande dos Estados Unidos e praticar uns chutes.  Também não é todo dia que você consegue fazer tudo isso junto com um grande kicker te auxiliando e jogando com você.  Na sexta-feira, eu realmente fui um felizardo.  Tive a oportunidade de bater umas bolas com o kicker da Universidade de South Florida, o brasileiro Maikon Bonani.  Um exemplo de simpatia, humildade e muito talento Maikon ficou o dia inteiro passando instruções e mostrando que não é por acaso que ele está se destacando na primeira divisão do futebol americano universitário.  O pé do nosso querido é turbinado!  Eu estou tentando voltar a chutar depois de 13 anos parado e ontem foi um momento de aprendizado e diversão pra mim (obviamente eu gravei muita coisa, então pode aguardar uma matéria na ESPN). Estou em Sarasota, cidade que fica um pouco mais de uma hora de Tampa.  Vim cuidar de algumas coisas pessoais e decidi telefonar o nosso compatriota pra ver se ele topava me mostrar algumas técnicas novas.  O dia foi sensacional.

Como eu já disse várias vezes em transmissões do futebol americano na ESPN, a estrutura do college football lembra muito a NFL.  O departamento médico é enorme, o vestiário parece um enorme salão de festas (cada jogador tem seu armário particular com seu nome numa placa), o time de futebol americano tem três campos de treinamento em perfeitas condições (incluindo um com grama sintética) e a sala de musculação é de primeiríssima qualidade.  Os jogadores da USF são patrocinados e toda roupa usada durante treinamentos, jogos, eventos, etc. sao fornecidos pela universidade.  Para o nosso encontro, a USF forneceu bolas e tees de jogo e a nossa gravacao foi acompanhada por um funcionário da faculdade. Enfim, o esporte universitário é muy importante na querida terra do Tio Sam.

Depois da nossa `brincadeira´(alguns dos meus chutes foram especialmente engraçados) fomos almoçar.  Eu, minha mãe, e Maikon sentamos na mesa do restaurante Chili´s. Maikon pediu uma carne gigante com batatas fritas e purê (é preciso comer bastante carbohidratos, segundo ele).  Conversamos muito e ele falou um pouquinho sobre sua vida. Ele mora nos Estados Unidos há 10 anos.  Seu pai, funcionário da CitroSuco foi transferido pra cidade de Lake Wales, onde mora até hoje.  O moço é bastante modesto então não ficamos sabendo do quão bom atleta ele realmente foi no colegial. Maikon foi uma estrela na Lake Wales High School, se destacando no tênis e no futebol (eleito o melhor do condado de Polk no último ano do colegial).  Longe dos gramados ele também se deu muito bem.  Além de namorar uma brasileira (é isso aí Maikon), o rapaz foi o melhor aluno de sua classe em 2007!

Agora na USF, Maikon está se preparando para seu terceiro ano como kicker.  Em duas temporadas ele acertou 24 de 32 field goals, um excelente aproveitamento de 76,2%.  Infelizmente, o atleta ficou fora da temporada de 2009 depois de sofrer um dos acidentes mais bizarros que podemos imaginar.  Maikon entrou em detalhe sobre esse incidente enquanto eu e minha mãe ficamos de boca aberta.  Em Agosto do mesmo ano, enquanto trabalhava no parque temático Busch Gardens, Maikon caiu de um teleférico.  Foram 11 metros de queda livre e um grande susto.  O brasileiro não conseguiu fechar a porta da gôndola que carregava duas passageiras.  Preocupado com a segurança das moças, ele acabou pendurado no brinquedo, que começou a subir.  Longe da plataforma onde o pessoal embarcava e com a gôndola em ascensão, ele decidiu se jogar pra evitar um queda ainda maior.  O resultado foi uma vertebra quebrada, e muita físioterapia.  Graças a Deus ele não sofreu nenhum dano grave e só perdeu uma temporada.

Vou disponibilizar alguns videos do meu dia com Maikon.  Espero que gostem e comentem.  Vamos torcer para que um dia ele chegue a NFL!!

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quarta-feira, 28 de abril de 2010 Cheerleaders, Ligas universitárias, MLB - Beisebol, Nascar, NBA - Basquete, NFL - Futebol Americano, NHL - Hóquei | 11:22

Acabou o mistério

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Negócio fechado. A partir da próxima semana, o grande Paulo Antunes assume este espaço. Espero que os fiéis leitores continuem acessando o blog. E tenho certeza que muitos outros chegarão. Bem-vindo, xará!

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terça-feira, 16 de março de 2010 Ligas universitárias | 13:46

March Madness

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Começa hoje à noite o Torneio da NCAA, popular March Madness (Loucura de Março, em inglês). São os playoffs do basquete universitário dos Estados Unidos. É mata-mata em jogo único, quem perder está fora. As semifinais e finais, que neste ano serão em Indianápolis, são chamadas de Final Four.

Já expliquei aqui como funciona a disputa do basquete universitário. Vou repetir a dose agora, mas de um jeito mais didático. Lembrando que são 65 finalistas, e não 64. Isso porque os 2 times mais fracos jogam uma ‘repescagem’, e o vencedor entra pra valer no Torneio da NCAA.

– são 65 finalistas, sendo 34 campeões de conferência e 31 times escolhidos subjetivamente por uma comissão.

– os 65 finalistas são divididos em 16 níveis com 4 times cada, levando em conta a qualidade dos times (é como a divisão dos ‘potes’ para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo).

– posteriormente, é feita uma subdivisão por regiões (Leste, Oeste, Sul e Meio-Oeste). Cada região tem um time de nível 1, um time de nível 2 e assim sucessivamente.

– em cada região, os confrontos são os seguintes: nível 1 x nível 16, nível 2 x nível 15 etc. O vencedor da repescagem, é claro, entra como nível 16.

Veja aqui como ficou a divisão dos níveis, a divisão por regiões e a tabela de jogos.

Os três favoritos
Campeã em 2009, a universidade de North Carolina, onde ‘nasceu’ Michael Jordan, está fora da disputa. O favorito da vez é o time da universidade de Kansas, campeão em 2008. O que pode atrapalhar a equipe é a complicada série de jogos que terá até o Final Four. Por exemplo, pode encarar Michigan State, vice-campeão nacional, na terceira partida, a fase que é chamada de ‘Regionais’. Depois, viriam pela frente Ohio State ou Georgetown, mais dois candidatos ao título.

Kentucky também é forte, sobretudo pelo talento individual de John Wall e DeMarcus Cousins, presenças certas na NBA em 2011. No comando da equipe, o competente técnico John Calipari, que levou Memphis ao vice-campeonato em 2008, mas nunca conquistou o título nacional.

A tradicional Duke, três vezes campeã, também chega com força à disputa. Não tanto pela qualidade do time, mas sobretudo pela tradição e pelos confrontos teoricamente mais fáceis. Duke, por exemplo, estreia contra o vencedor da repescagem entre Arkansas-Pine Bluff e Winthrop. São, claro, os dois times mais fracos entre os 65 finalistas.

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segunda-feira, 15 de março de 2010 Ligas universitárias | 13:50

Torneio da NCAA

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Antes de falar sobre a tabela do Torneio da NCAA, que foi anunciada no domingo, coloco aqui um link para os meus palpites. Espero que o link funcione. Se não rolar, avisem. Segundo o programa de análises do site da ESPN, eu acertarei 23,2 dos 32 jogos. Bom número, hein!

Aviso de antemão que os jogos (todos) serão transmitidos pelo site da NCAA, ao vivo e de graça. É só entrar aqui e ver. O primeiro jogo, uma espécie de “repescagem” entre Arkansas Pine-Bluff e Winthrop, acontece na terça-feira, às 21h30. A disputa segue na quinta e na sexta, com os jogos do Round 1. Mais tarde falo um pouco sobre os jogos, favoritos e afins.

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quinta-feira, 11 de março de 2010 Ligas universitárias | 09:51

Inspiração

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Jim Valvano foi treinador de basquete universitário entre 1968 e 1990. Depois, virou comentarista da ESPN. Morreu em 1993, aos 47 anos, de câncer. Sua luta contra a doença e seu amor  pelo esporte são inspiradores.

Conheci a história de “Jimmy V” num filme protagonizado por Anthony LaPaglia, exibido há alguns anos na TV a cabo. Aos que entendem o inglês, vale ouvir o famoso discurso de Jimmy V na entrega do prêmio ESPY, da ESPN norte-americana. Aos que não entendem, vale lembrar de uma única frase: “Todos os dias, guarde um tempo para sorrir, chorar e pensar”. Jimmy V morreu dois meses após o discurso.

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quarta-feira, 10 de março de 2010 Ligas universitárias, MLB - Beisebol, NFL - Futebol Americano, NHL - Hóquei | 14:51

Rapidinhas

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Atendendo à sugestão do Bruno Pessa, colega no iG e autor do Le Blog Du Foot, reproduzo aqui uma notícia sobre o Jonathan Tavernari, que foi eleito o melhor sexto homem da Conferência Mountain West. Leia mais aqui. Ele tem muita moral por lá, é o jogador que mais vitórias acumulou na história da BYU. Mas isso não basta para colocá-lo entre os possíveis selecionados do draft, como eu já cansei de dizer.

Respondendo à pergunta do Cesar sobre a NFL, feita em comentário aqui do blog, o salary cap foi abolido para a próxima temporada da liga de futebol americano. Isso porque os donos de equipes da NFL desistiram do acordo coletivo com os jogadores. Pode parecer bom, mas essa situação gera o risco de greve ou coisa semelhante em 2011.

Sidney Crosby desistiu em cima da hora de participar de um quadro no programa Late Show With David Letterman. De quebra, acabou ficando sem o espaço que teria como entrevistado do programa. O agente alegou que o jogador do Pittsburgh Penguins está “muito ocupado”.

Falando em Penguins, a equipe está embalada desde o fim dos Jogos de Inverno, com quatro vitórias seguidas na NHL. O Pens tem 84 pontos, é o quarto melhor time de toda a liga e hoje enfrenta o Carolina Hurricanes, fora de casa.

Nomar Garciaparra está oficialmente aposentado. O anúncio foi feito hoje, em entrevista coletiva conduzida pelo Boston Red Sox, time em que começou a carreira. No ano passado ele havia manifestado o desejo de voltar a defender o ex-time, mas isso não aconteceu. A decisão, então, foi a de parar. Foram 14 temporadas na MLB, com média de acerto de 31,3% nas rebatidas. Ironicamente, Garciaparra deixou o Red Sox no meio de 2004, ano do título, e não teve a chance de jogar as World Series.

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quinta-feira, 4 de março de 2010 Ligas universitárias | 17:48

Brasil fora do draft

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Um pouco sobre o draft da NBA do ano que vem, como prometido. Basicamente, publico aqui a lista dos 30 caras apontados pelo site Draft Express como possíveis escolhas da primeira rodada, coisa que já fiz antes, aqui e aqui, com menos nomes e mais detalhes. A lista, claro, foi atualizada de acordo com o desempenho dos atletas.

O ala brasileiro Jonathan Tavernari não aparece na relação, nem na segunda rodada. Não há sequer comentários sobre ele, o que aconteceria se tivesse chances mínimas de ser draftado.

Quanto à lista abaixo, pode mudar muito dependendo do desempenho desses caras no Torneio da NCAA, que começa no dia 15 de março. Mas John Wall dificilmente deixará a primeira posição, até pela valorização dos armadores na NBA atualmente.

Primeira rodada

1 – John Wall (PG), Kentucky
2 – Evan Turner (SG/SF), Ohio State
3 – Derrick Favors (PF/C), Georgia Tech
4 – DeMarcus Cousins (C), Kentucky
5 – Al-Farouq Aminu (SF/PF),Wake Forest
6 – Cole Aldrich (C), Kansas
7 – Ed Davis (PF), North Carolina
8 – Wesley Johnson (SF/PF), Syracuse
9 – Patrick Patterson (PF), Kentucky
10 – Hassan Whiteside (PF/C), Marshall
11 – Jan Vesely (SF), KK Partizan Belgrade
12 – Donatas Motiejunas (PF/C), Benetton Treviso
13 – Stanley Robinson (SF/PF), Connecticut
14 – Greg Monroe (PF/C), Georgetown
15 – Ekpe Udoh (PF/C), Baylor
16 – Solomon Alabi (C), Florida State
17 – Larry Sanders (PF/C), VCU
18 – James Anderson (SG/SF), Oklahoma State
19 – Xavier Henry (SG), Kansas
20 – Willie Warren (SG), Oklahoma
21 – Avery Bradley (SG), Texas
22 – Paul George (SF/PF), Fresno State
23 – Quincy Pondexter (SF/PF), Washington
24 – Elliot Williams (SG), Memphis
25 – Damion James (PF) Texas
26 – Devin Ebanks (SF/PF), West Virginia
27 – Gordon Hayward (SF/PF), Butler
28 – Kalin Lucas (PG), Michigan State
29 – Sherron Collins (PG), Kansas
30 – Gani Lawal (PF/C), Georgia Tech

Pra quem lê inglês, uma bela história envolvendo Mike Krzyzewski, técnico da universidade de Duke e da seleção de basquete dos Estados Unidos. Leia aqui.

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segunda-feira, 1 de março de 2010 Ligas universitárias | 11:16

Polêmica na NCAA

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O ala brasileiro Jonathan Tavernari se envolveu em uma polêmica no último sábado, na derrota de sua universidade, a BYU, para New Mexico, por 83 a 81. Ele bateu boca com o técnico adversário, Steve Alford, quando as duas equipes se cumprimentavam após o jogo. A Mountain West Conference, da qual fazem parte as duas equipes, vai investigar o incidente.

O vídeo abaixo capta claramente a discussão entre os dois, inclusive o áudio do treinador ofendendo o brasileiro: “Você é um babaca”. Tavernari também esbravejou antes de ser ofendido: “O que você vai fazer sobre isso?”. Se o embed não rolar, clique aqui.

Alford poderia ter mantido a compostura, levando em conta que ele é o “professor” e Tav é o “aluno”. De toda forma, o treinador disse mais tarde que tudo se acertou: “Tav foi fantástico. Ele foi até nosso vestiário e se desculpou”. Se pediu desculpas, alguma coisa tinha aprontado.

A partida foi a última de Tavernari dentro de casa como aluno da BYU. Ele é senior (está no último ano), e a universidade dele os últimos dois jogos da temporada regular como visitante. BYU certamente estará no Torneio da NCAA, o popular March Madness (Loucura de Março), em Indianapolis. E o brasileiro dificilmente entrará na NBA pelo draft.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 Ligas universitárias | 18:09

NCAA na TV

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Vou fugir um pouco do assunto Super Bowl. Esta semana tem grandes jogos de basquete universitário na televisão. Fiz uma pequena agenda pra orientar a galera. Vale a pena acompanhar a molecada que pode chegar à NBA em breve. Entre parênteses, a posição de cada equipe no Top 25 ESPN/USA Today. Quem não tem número, claro, não está rankeado.

8/2 (segunda-feira)
22h00 – West Virginia (4) x Villanova (5) ESPN

9/2 (terça-feira)
22h00 – Vanderbilt (24) x Tennessee (12) ESPN

10/2 (quarta-feira)
23h50 – North Carolina x Duke (7) Bandsports

11/2 (quinta-feira)
22h00 –  Minnesota x Michigan ESPN

13/2 (sábado)
23h00 – Virginia Tech x Virginia Bandposrts

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010 Ligas universitárias | 17:57

Entenda (ou não) o basquete universitário

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Não é fácil compreender o formato de disputa dos campeonatos universitários dos Estados Unidos. Vou me arriscar a explicar, de forma bem simplificada, o sistema de disputa do basquete, meu preferido. A disputa tem duas fases: temporada regular e Torneio da NCAA, ou March Madness (Loucura de Março, em inglês).

O Torneio da NCAA, que é o melhor dessa bagunça toda, começa no próximo dia 18 de março, e as finais (Final Four) acontecem entre 3 e 5 de abril.

Temporada regular
As equipes universitárias (mais de 300) estão divididas em Conferências, mais ou menos como acontece na NBA. Na temporada regular, cada equipe precisa fazer um número mínimo de jogos, seguindo certas regras. Na primeira etapa, as próprias equipes têm liberdade para agendar os jogos que quiserem. No meio de tudo isso acontecem pequenos torneios, conforme conveniência das Conferências e das equipes.

A segunda etapa da temporada regular consiste nos torneios das Conferências. As equipes se enfrentam dentro da própria Conferência para definir um campeão, que tem vaga garantida no Torneio da NCAA.

Além dos 30 campeões de cada Conferência, chegam ao Torneio da NCAA mais 35 equipes selecionadas de forma subjetiva por um comitê da liga.

March Madness
No total, 65 equipes disputam a fase final do basquete universitário. Elas são divididas em 16 “potes”, levando em conta a qualidade de cada uma. Aí, mais do que o número de vitórias e derrotas, pesa a qualidade dos adversários. Ou seja: quem venceu jogos mais complicados tende a ficar melhor no ranking. Dá pra imaginar quanta polêmica gera a escolha das equipes.

Os quatro melhores times do país ficam no pote 1, e assim vai até o pote 16. Um detalhe: os dois piores times do ranking disputam uma espécie de repescagem, e o vencedor entra na disputa pra valer. Por isso, repare, o número de equipes é ímpar.

Passada a “repescagem”, restam 64 times, que são divididas em quatro chaves regionais (Sul, Leste, Oeste e Meio-Oeste). Os times do pote 1, claro, são “cabeças-de-chave”. Em cada chave, o time do pote 1 enfrenta o time do pote 16, o 2 enfrenta o 15 e por aí vai.

Feita essa divisão, começa o mata-mata. Rolam as duas primeiras rodadas, depois as semifinais e as finais regionais. Assim, define-se o campeão de cada chave. São esses campeões os quatro times que disputarão as finais do basquete universitário, o popular Final Four.

Para ter ideia de como está a situação atualmente, veja a última previsão da Sporting News. A grande novidade é a ausência da universidade de North Carolina, atual campeã.

1. Kentucky, Syracuse, Kansas, Villanova

2. Texas, Duke, West Virginia, Michigan State

3. Georgetown, Kansas State, Purdue, Pittsburgh

4. Wisconsin, Wake Forest, Georgia Tech, Gonzaga

5. Ohio State, Tennessee, Temple, Butler

6. Mississippi, Vanderbilt, BYU, New Mexico

7. Clemson, Connecticut, Florida State, Baylor

8. UNLV, California, Missouri, Oklahoma State

9. UAB, Northern Iowa, Texas A&M, Old Dominion

10. Maryland, Cornell, Xavier, Rhode Island

11. Dayton, Mississippi State, Cincinnati, Saint Mary’s

12. Charlotte, William & Mary, Seton Hall, Northwestern

13. Arkansas State, Louisiana Tech, Charleston, Siena

14. Weber State, Central Michigan, Murray State, Oakland

15. Coastal Carolina, Morgan State, Pacific, Maine

16. Robert Morris, Lehigh, Arkansas-Pine Bluff, TexasA&M CC, Campbell

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